Relação entre renda e consumo alimentar habitual de B-caroteno, vitamina C e vitamina E de crianças

Fuente: Redalyc
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Autore principale: Geovanna T. de Paiva-Bandeira
Natura: Artículo científico
Lingua:pt
Pubblicazione: Universidad Nacional de Colombia 2011
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author Geovanna T. de Paiva-Bandeira
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contents Relação entre renda e consumo alimentar habitual de B-caroteno, vitamina C e vitamina E de crianças Geovanna T. de Paiva-Bandeira Luiza S. Rios-Asciutti Amélia A. Rivera Maria da Conceição Rodrigues-Gonçalves Rafaella C. Pordeus-de-Lima Tarciane Marinho-Albuquerque Ronei Marcos-de-Morais Rodrigo Pinheiro de Toledo-Vianna Adyla Farias-de-Oliveira Roberto Teixeira-Lima Maria J. de Carvalho-Costa Salud Renda crianças vitaminas antioxidantes consumo alimentar Objetivo Analisar a relação entre renda e consumo alimentar de b-caroteno, vitamina C e vitamina E em crianças na cidade de João Pessoa, Brasil. Método Foram avaliadas 183 crianças com idade entre 2 e < 10 anos, em uma amostra representativa estratificada por níveis de renda da população de João Pessoa. O instrumento de pesquisa consistiu de questionários que abordaram aspectos sócio-econômicos, demográficos, antropométricos e de consumo alimentar. Analisou-se os resultados com o software R, por meio da estatística descritiva e inferencial (correlação e regressão). Resultados Observou-se predomínio do gênero masculino (55 %), das classes de renda E (até U.S. $ 428,64) e C (&gt; U.S. $ 622,31-U.S. $ 2,682.93) e de mães que estudaram nove anos ou mais. Quanto à ingestão de vitaminas, houve baixa inadequação de vitamina C (8 %) e inadequação elevada de vitamina E (59 %), sendo esta última mais freqüente na faixa etária de 4-8 anos (33 % das crianças). Houve uma correlação inversa entre renda familiar e consumo energético (r=-0,1525, p <0,05) e entre renda e consumo de vitamina E (r =-0,3, p <0,05). As relações entre renda e escolaridade materna (p <0,05), renda e consumo de b-caroteno e renda e consumo de vitamina C (r=0,33 e r=0,28, respectivamente, p <0,05) foram significativamente positivas. Conclusão Concluiu-se que o consumo das vitaminas antioxidantes é positivamente relacionado com a renda familiar, em relação à vitamina C e b-caroteno e negativamente em relação à vitamina E e calorias. 2011 artículo científico 0124-0064 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=42219910002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=422 Revista de Salud Pública application/pdf Universidad Nacional de Colombia Revista de Salud Pública (Colombia) Num.3 Vol.13
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publisher Universidad Nacional de Colombia
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Relação entre renda e consumo alimentar habitual de B-caroteno, vitamina C e vitamina E de crianças Geovanna T. de Paiva-Bandeira Luiza S. Rios-Asciutti Amélia A. Rivera Maria da Conceição Rodrigues-Gonçalves Rafaella C. Pordeus-de-Lima Tarciane Marinho-Albuquerque Ronei Marcos-de-Morais Rodrigo Pinheiro de Toledo-Vianna Adyla Farias-de-Oliveira Roberto Teixeira-Lima Maria J. de Carvalho-Costa Salud Renda crianças vitaminas antioxidantes consumo alimentar Objetivo Analisar a relação entre renda e consumo alimentar de b-caroteno, vitamina C e vitamina E em crianças na cidade de João Pessoa, Brasil. Método Foram avaliadas 183 crianças com idade entre 2 e < 10 anos, em uma amostra representativa estratificada por níveis de renda da população de João Pessoa. O instrumento de pesquisa consistiu de questionários que abordaram aspectos sócio-econômicos, demográficos, antropométricos e de consumo alimentar. Analisou-se os resultados com o software R, por meio da estatística descritiva e inferencial (correlação e regressão). Resultados Observou-se predomínio do gênero masculino (55 %), das classes de renda E (até U.S. $ 428,64) e C (&gt; U.S. $ 622,31-U.S. $ 2,682.93) e de mães que estudaram nove anos ou mais. Quanto à ingestão de vitaminas, houve baixa inadequação de vitamina C (8 %) e inadequação elevada de vitamina E (59 %), sendo esta última mais freqüente na faixa etária de 4-8 anos (33 % das crianças). Houve uma correlação inversa entre renda familiar e consumo energético (r=-0,1525, p <0,05) e entre renda e consumo de vitamina E (r =-0,3, p <0,05). As relações entre renda e escolaridade materna (p <0,05), renda e consumo de b-caroteno e renda e consumo de vitamina C (r=0,33 e r=0,28, respectivamente, p <0,05) foram significativamente positivas. Conclusão Concluiu-se que o consumo das vitaminas antioxidantes é positivamente relacionado com a renda familiar, em relação à vitamina C e b-caroteno e negativamente em relação à vitamina E e calorias. 2011 artículo científico 0124-0064 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=42219910002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=422 Revista de Salud Pública application/pdf Universidad Nacional de Colombia Revista de Salud Pública (Colombia) Num.3 Vol.13
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