AUTOGESTÃO: MARCA INDELÉVEL DA CRITICA AO CAPITALISMO NO PÓS-GUERRA (1945-1973)

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Autore principale: Everton Werneck de Almeida
Natura: Artículo científico
Lingua:pt
Pubblicazione: Universidade Estadual do Oeste do Paraná 2016
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author Everton Werneck de Almeida
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contents AUTOGESTÃO: MARCA INDELÉVEL DA CRITICA AO CAPITALISMO NO PÓS-GUERRA (1945-1973) Everton Werneck de Almeida Historia Fordismo Autogestão Keynesianismo Desenvolvimento capitalista O presente trabalho revela os resultados de um trabalho de revisão bibliográfica cujo objetivo consistia em buscar as diferentes concepções de autogestão presentes no pensamento dos principais teóricos que abordaram tal temática, no intervalo compreendido entre o fim da segunda guerra mundial e meados da década de 1970, período hegemonizado pelo modelo hegemônico fordista-keynesiano. Com efeito, parte-se do princípio de que a autogestão é um subproduto das contradições e antagonismos inerentes a conflitiva ordem capitalista. Assim sendo, a autogestão social seria uma bandeira histórica do movimento operário e socialista, teorizada pelos principais pensadores ligados a tal movimento. 2016 artículo científico 1518-4196 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=445946790008 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4459 Espaço Plural application/pdf Universidade Estadual do Oeste do Paraná Espaço Plural (Brasil) Num.34 Vol.XVII
format Artículo científico
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institution Redalyc
language pt
publishDate 2016
publisher Universidade Estadual do Oeste do Paraná
spellingShingle AUTOGESTÃO: MARCA INDELÉVEL DA CRITICA AO CAPITALISMO NO PÓS-GUERRA (1945-1973)
Everton Werneck de Almeida
Historia
Fordismo
Autogestão
Keynesianismo
Desenvolvimento capitalista
AUTOGESTÃO: MARCA INDELÉVEL DA CRITICA AO CAPITALISMO NO PÓS-GUERRA (1945-1973) Everton Werneck de Almeida Historia Fordismo Autogestão Keynesianismo Desenvolvimento capitalista O presente trabalho revela os resultados de um trabalho de revisão bibliográfica cujo objetivo consistia em buscar as diferentes concepções de autogestão presentes no pensamento dos principais teóricos que abordaram tal temática, no intervalo compreendido entre o fim da segunda guerra mundial e meados da década de 1970, período hegemonizado pelo modelo hegemônico fordista-keynesiano. Com efeito, parte-se do princípio de que a autogestão é um subproduto das contradições e antagonismos inerentes a conflitiva ordem capitalista. Assim sendo, a autogestão social seria uma bandeira histórica do movimento operário e socialista, teorizada pelos principais pensadores ligados a tal movimento. 2016 artículo científico 1518-4196 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=445946790008 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4459 Espaço Plural application/pdf Universidade Estadual do Oeste do Paraná Espaço Plural (Brasil) Num.34 Vol.XVII
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Fordismo
Autogestão
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