Análise epidemiológica dos casos de Aids no Sudeste brasileiro de 2010 a 2019

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Auteur principal: Isabela Martins Rodrigues
Format: Artículo científico
Langue:pt
Publié: Universidad de Costa Rica 2022
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author Isabela Martins Rodrigues
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contents Análise epidemiológica dos casos de Aids no Sudeste brasileiro de 2010 a 2019 Isabela Martins Rodrigues Bárbara Martins Faria Leticia Verri Marquez Uriel da Silva Pires Vinícius Ferreira Rende William Nicoleti Turazza da Silva Stefan Vilges de Oliveira Salud HIV Retroviridae Epidemiologia Síndrome de Imunodeficiência Adquirida Introdução: A epidemia de HIV e Aids representa um dos maiores problemas de saúde pública atualmente. No Brasil, estima-se que apenas 83 % das pessoas vivendo com HIV conhecem seu diagnóstico e somente 46 % possuem carga viral indetectável. Isso evidencia a necessidade de estudos voltados à compreensão do HIV e da Aids no Brasil, para a melhora das políticas públicas. Assim, o objetivo deste estudo é realizar um levantamento de dados sobre o perfil epidemiológico de pacientes portadores de Aids no Sudeste brasileiro. Métodos: Trata-se de um estudo epidemiológico descritivo, de caráter quantitativo. Os dados foram obtidos no SINAN. A análise restringiu-se ao período de janeiro de 2010 a junho de 2019. Resultados: No período analisado, o ano de 2017 apresentou a maior prevalência da doença (11,97 %). Além disso, observa-se uma tendência de crescimento no número de casos entre 2010 e 2014 e uma tendência decrescente nos últimos anos. O Rio de Janeiro foi o estado com maior número de novos casos (21,90 %) da Região Sudeste. Observou-se que os grupos com maior incidência de casos foram: sexo masculino (71,1 %), jovens e adultos (79,37 %), cor branca (46,67 %), ensino médio completo (19,71 %) e heterossexuais (46,94 %). Contudo, foi observado um aumento relativo da incidência entre homens homossexuais e entre os pardos. Além disso, a principal forma de transmissão foi via sexual (78,09 %). Conclusão: O estudo concluiu que são necessárias mais pesquisas acerca do tema, para acompanhar a epidemiologia da Aids e orientar medidas governamentais eficientes. 2022 artículo científico 1659-0201 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=44670274007 https://www.redalyc.org/journal/446/44670274007/ https://www.redalyc.org/journal/446/44670274007/html/ https://www.redalyc.org/journal/446/44670274007/44670274007.epub https://www.redalyc.org/journal/446/44670274007/movil https://doi.org/15517/psm.v0i19.46802 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=446 Población y Salud en Mesoamérica application/pdf Universidad de Costa Rica Población y Salud en Mesoamérica (Costa Rica) Num.2 Vol.19
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Epidemiologia
Síndrome de Imunodeficiência Adquirida
Análise epidemiológica dos casos de Aids no Sudeste brasileiro de 2010 a 2019 Isabela Martins Rodrigues Bárbara Martins Faria Leticia Verri Marquez Uriel da Silva Pires Vinícius Ferreira Rende William Nicoleti Turazza da Silva Stefan Vilges de Oliveira Salud HIV Retroviridae Epidemiologia Síndrome de Imunodeficiência Adquirida Introdução: A epidemia de HIV e Aids representa um dos maiores problemas de saúde pública atualmente. No Brasil, estima-se que apenas 83 % das pessoas vivendo com HIV conhecem seu diagnóstico e somente 46 % possuem carga viral indetectável. Isso evidencia a necessidade de estudos voltados à compreensão do HIV e da Aids no Brasil, para a melhora das políticas públicas. Assim, o objetivo deste estudo é realizar um levantamento de dados sobre o perfil epidemiológico de pacientes portadores de Aids no Sudeste brasileiro. Métodos: Trata-se de um estudo epidemiológico descritivo, de caráter quantitativo. Os dados foram obtidos no SINAN. A análise restringiu-se ao período de janeiro de 2010 a junho de 2019. Resultados: No período analisado, o ano de 2017 apresentou a maior prevalência da doença (11,97 %). Além disso, observa-se uma tendência de crescimento no número de casos entre 2010 e 2014 e uma tendência decrescente nos últimos anos. O Rio de Janeiro foi o estado com maior número de novos casos (21,90 %) da Região Sudeste. Observou-se que os grupos com maior incidência de casos foram: sexo masculino (71,1 %), jovens e adultos (79,37 %), cor branca (46,67 %), ensino médio completo (19,71 %) e heterossexuais (46,94 %). Contudo, foi observado um aumento relativo da incidência entre homens homossexuais e entre os pardos. Além disso, a principal forma de transmissão foi via sexual (78,09 %). Conclusão: O estudo concluiu que são necessárias mais pesquisas acerca do tema, para acompanhar a epidemiologia da Aids e orientar medidas governamentais eficientes. 2022 artículo científico 1659-0201 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=44670274007 https://www.redalyc.org/journal/446/44670274007/ https://www.redalyc.org/journal/446/44670274007/html/ https://www.redalyc.org/journal/446/44670274007/44670274007.epub https://www.redalyc.org/journal/446/44670274007/movil https://doi.org/15517/psm.v0i19.46802 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=446 Población y Salud en Mesoamérica application/pdf Universidad de Costa Rica Población y Salud en Mesoamérica (Costa Rica) Num.2 Vol.19
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