A DESOBLITERAÇÃO DA SIMBÓLICA COMO TAREFA DA BIOÉTICA

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1. Verfasser: Nilo Ribeiro Junior
Format: Artículo científico
Sprache:pt
Veröffentlicht: Pontifícia Universidade Católica do Paraná 2010
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author Nilo Ribeiro Junior
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contents A DESOBLITERAÇÃO DA SIMBÓLICA COMO TAREFA DA BIOÉTICA Nilo Ribeiro Junior Filosofía Ética Linguagem Alteridade Esquecimento Sujeito actante Este artigo visa a refletir sobre a questão da bioética no contexto da cultura contemporânea marcada pelo “esquecimento” da simbólica. Essa última diz respeito, sobretudo, à linguagem e se associa à emergência do sujeito/palavra no ato performativo da fala e na relação com o outro humano. Na medida em que a palavra perde sempre mais espaço para a avalanche de linguagens ostensivas sobre o real – de tipo cientificista e juricizante – o indivíduo se torna um epifenômeno e, consequentemente, desaparece como sujeito da ação moral. Nesse contexto, a irrupção da alteridade, rosto e palavra humana irredutíveis aos discursos sobre o outro, emerge como chance para tirar o mundo da linguagem do esquecimento. Abre-se a possibilidade de falar e de agir em vista do outro. Ressurge uma nova simbólica em função do cuidado da vida do outro, a bioética. 2010 artículo científico 1984-3755 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=449749239002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4497 Revista Pistis & Praxis: Teologia e Pastoral application/pdf Pontifícia Universidade Católica do Paraná Revista Pistis & Praxis: Teologia e Pastoral (Brasil) Num.1 Vol.2
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publishDate 2010
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Nilo Ribeiro Junior
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Linguagem
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Esquecimento
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A DESOBLITERAÇÃO DA SIMBÓLICA COMO TAREFA DA BIOÉTICA Nilo Ribeiro Junior Filosofía Ética Linguagem Alteridade Esquecimento Sujeito actante Este artigo visa a refletir sobre a questão da bioética no contexto da cultura contemporânea marcada pelo “esquecimento” da simbólica. Essa última diz respeito, sobretudo, à linguagem e se associa à emergência do sujeito/palavra no ato performativo da fala e na relação com o outro humano. Na medida em que a palavra perde sempre mais espaço para a avalanche de linguagens ostensivas sobre o real – de tipo cientificista e juricizante – o indivíduo se torna um epifenômeno e, consequentemente, desaparece como sujeito da ação moral. Nesse contexto, a irrupção da alteridade, rosto e palavra humana irredutíveis aos discursos sobre o outro, emerge como chance para tirar o mundo da linguagem do esquecimento. Abre-se a possibilidade de falar e de agir em vista do outro. Ressurge uma nova simbólica em função do cuidado da vida do outro, a bioética. 2010 artículo científico 1984-3755 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=449749239002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4497 Revista Pistis & Praxis: Teologia e Pastoral application/pdf Pontifícia Universidade Católica do Paraná Revista Pistis & Praxis: Teologia e Pastoral (Brasil) Num.1 Vol.2
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