A velhice no Estatuto do Idoso

Fuente: Redalyc
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Autor principal: José Sterza Justo
Formato: Artículo científico
Lenguaje:pt
Publicado: Universidade do Estado do Rio de Janeiro 2010
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author José Sterza Justo
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contents A velhice no Estatuto do Idoso José Sterza Justo Adriano da Silva Rozendo Psicología Velhice Sentidos Terceira idade Estatuto do Idoso O Estatuto do Idoso, criado como decreto-lei a partir de disposições sobre o idoso contidas na Constituição de 1988, assume um papel fundamental na maneira como a velhice é vista e tratada na sociedade brasileira. Este artigo, resultado de uma pesquisa realizada pelos próprios pesquisadores, teve como objetivo analisar o conteúdo do Estatuto, procurando identificar imagens e sentidos básicos atribuídos à velhice, com os quais se constrói a figura do idoso, como uma figura diferenciada, e se definem práticas, especialidades, espaços próprios, e tecnologias de gestão do envelhecimento. Foi possível apreender no Estatuto a tentativa de diferenciar os idosos como cidadãos de direitos, marcados por características próprias que demandam proteções, serviços e benefícios especiais. No entanto, um exame crítico das preocupações, amparos e proteções estatutárias permite entender que o idoso acaba sendo construído como um ser frágil, limitado, impotente e incapaz de assumir a gestão da própria vida. 2010 artículo científico 1808-4281 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=451844632012 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4518 Estudos e Pesquisas em Psicologia application/pdf Universidade do Estado do Rio de Janeiro Estudos e Pesquisas em Psicologia (Brasil) Num.2 Vol.10
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A velhice no Estatuto do Idoso José Sterza Justo Adriano da Silva Rozendo Psicología Velhice Sentidos Terceira idade Estatuto do Idoso O Estatuto do Idoso, criado como decreto-lei a partir de disposições sobre o idoso contidas na Constituição de 1988, assume um papel fundamental na maneira como a velhice é vista e tratada na sociedade brasileira. Este artigo, resultado de uma pesquisa realizada pelos próprios pesquisadores, teve como objetivo analisar o conteúdo do Estatuto, procurando identificar imagens e sentidos básicos atribuídos à velhice, com os quais se constrói a figura do idoso, como uma figura diferenciada, e se definem práticas, especialidades, espaços próprios, e tecnologias de gestão do envelhecimento. Foi possível apreender no Estatuto a tentativa de diferenciar os idosos como cidadãos de direitos, marcados por características próprias que demandam proteções, serviços e benefícios especiais. No entanto, um exame crítico das preocupações, amparos e proteções estatutárias permite entender que o idoso acaba sendo construído como um ser frágil, limitado, impotente e incapaz de assumir a gestão da própria vida. 2010 artículo científico 1808-4281 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=451844632012 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4518 Estudos e Pesquisas em Psicologia application/pdf Universidade do Estado do Rio de Janeiro Estudos e Pesquisas em Psicologia (Brasil) Num.2 Vol.10
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