O investidor brasileiro é conservador: uma pesquisa com os Docentes do Centro Ciências Administrativas da Universidade de Fortaleza

Fuente: Redalyc
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Autor principal: Vivianne Pereira Salas Roldan
Formato: Artículo científico
Lenguaje:pt
Publicado: Universidade de Fortaleza 2007
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author Vivianne Pereira Salas Roldan
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contents O investidor brasileiro é conservador: uma pesquisa com os Docentes do Centro Ciências Administrativas da Universidade de Fortaleza Vivianne Pereira Salas Roldan Ricardo Eleutério Rocha Administración y Contabilidad Investidor Investidor Aversão ao risco Aversão ao risco Finanças Pessoais No primeiro semestre de 2004, a poupança acumulou 3,83% de rentabilidade, enquanto os fundos DI e os CDB´s se destacaram no mercado, com 7,56% e 7,70%, respectivamente (VIEIRA, 2004). Essa diferença, entretanto, não tem afetado muito as decisões do investidor brasileiro, cuja maior preferência é pela poupança, seguida pelos imóveis, fundos e, por último, as ações, em um comportamento tipicamente conservador, conforme pesquisa da Madia Mundo Marketing (CAMBA, 2004). O presente trabalho procura investigar o comportamento financeiro dos professores do Centro de Ciências Administrativas (CCA) da Universidade de Fortaleza - UNIFOR, através de questionário fechado com 20 perguntas, aplicado com entrevista, no período compreendido entre abril e maio de 2004. A amostra abrangeu 55 docentes, e os dados coletados foram tabulados pelo software SPSS 12.0 for Windows. Prevaleceu entre os docentes pesquisados um perfil conservador, por possuírem a reserva/precaução financeira e a formação de patrimônio como principais objetivos financeiros. Verificou-se que 71% dos professores investem predominantemente em fundos de renda fixa, em detrimento dos fundos de renda variável. Também, 45,4% dos professores investem em poupança. Acredita-se que a formação acadêmica constitui importante fator de influência para as decisões de investimento, levando 45,4% dos pesquisados a diversificarem suas aplicações. Através desse estudo, foram levantadas como hipóteses para a aversão ao risco encontrada as limitações diferenciadas de cada indivíduo de acordo com o estágio do ciclo de vida, a propensão de não sacrifício do consumo imediato, e a falta de educação financeira com relação ao mercado de ações. 2007 artículo científico 2318-0722 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=475677652001 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4756 Revista de Ciências Administrativas application/pdf Universidade de Fortaleza Revista de Ciências Administrativas (Brasil) Num.3 Vol.13
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publishDate 2007
publisher Universidade de Fortaleza
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Vivianne Pereira Salas Roldan
Administración y Contabilidad
Investidor
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Aversão ao risco
Aversão ao risco
Finanças Pessoais
O investidor brasileiro é conservador: uma pesquisa com os Docentes do Centro Ciências Administrativas da Universidade de Fortaleza Vivianne Pereira Salas Roldan Ricardo Eleutério Rocha Administración y Contabilidad Investidor Investidor Aversão ao risco Aversão ao risco Finanças Pessoais No primeiro semestre de 2004, a poupança acumulou 3,83% de rentabilidade, enquanto os fundos DI e os CDB´s se destacaram no mercado, com 7,56% e 7,70%, respectivamente (VIEIRA, 2004). Essa diferença, entretanto, não tem afetado muito as decisões do investidor brasileiro, cuja maior preferência é pela poupança, seguida pelos imóveis, fundos e, por último, as ações, em um comportamento tipicamente conservador, conforme pesquisa da Madia Mundo Marketing (CAMBA, 2004). O presente trabalho procura investigar o comportamento financeiro dos professores do Centro de Ciências Administrativas (CCA) da Universidade de Fortaleza - UNIFOR, através de questionário fechado com 20 perguntas, aplicado com entrevista, no período compreendido entre abril e maio de 2004. A amostra abrangeu 55 docentes, e os dados coletados foram tabulados pelo software SPSS 12.0 for Windows. Prevaleceu entre os docentes pesquisados um perfil conservador, por possuírem a reserva/precaução financeira e a formação de patrimônio como principais objetivos financeiros. Verificou-se que 71% dos professores investem predominantemente em fundos de renda fixa, em detrimento dos fundos de renda variável. Também, 45,4% dos professores investem em poupança. Acredita-se que a formação acadêmica constitui importante fator de influência para as decisões de investimento, levando 45,4% dos pesquisados a diversificarem suas aplicações. Através desse estudo, foram levantadas como hipóteses para a aversão ao risco encontrada as limitações diferenciadas de cada indivíduo de acordo com o estágio do ciclo de vida, a propensão de não sacrifício do consumo imediato, e a falta de educação financeira com relação ao mercado de ações. 2007 artículo científico 2318-0722 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=475677652001 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4756 Revista de Ciências Administrativas application/pdf Universidade de Fortaleza Revista de Ciências Administrativas (Brasil) Num.3 Vol.13
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