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| Main Author: | |
|---|---|
| Format: | Artículo científico |
| Language: | pt |
| Published: |
Instituto Paulista de Ensino e Pesquisa
2021
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=477669106004 https://www.redalyc.org/journal/4776/477669106004/ https://www.redalyc.org/journal/4776/477669106004/html/ https://www.redalyc.org/journal/4776/477669106004/477669106004.epub https://www.redalyc.org/journal/4776/477669106004/movil |
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Table of Contents:
- Ergonomia e qualidade de vida no trabalho: um estudo de caso no agronegócio brasileiro Bianca Hikari Kumagai Igor Polezi Munhoz Alessandra Cristina Santos Akkari Administración y Contabilidad QNSO WHOQOL ergonomia Agronegócio fruticultura O agronegócio possui grande representação no setor econômico brasileiro com significativa participação no PIB. Contudo, trata-se de um dos segmentos com o maior número de acidentes ocupacionais e alta prevalência de riscos ergonômicos. Logo, este artigo objetivou diagnosticar, sob o enfoque da ergonomia e da qualidade de vida no trabalho (QVT), a realidade de trabalhadores rurais, utilizando como modelo de estudo uma empresa familiar agrícola no estado de São Paulo. A partir de uma pesquisa exploratória e descritiva, aplicou-se o método observacional assistemático e coletou-se dados por meio do Questionário Nórdico de Sintomas Osteomusculares (QNSO) e do Questionário World Health Organization Quality of Life (WHOQOL-bref), com o seguimento de tratamento estatístico descritivo e inferencial. Os principais pontos de dores identificados referiram-se ao quadril/membros inferiores (40%) e à região dorsal (40%), associando-se esses relatos às atividades repetitivas, à alta incidência de trabalho estático, à movimentação manual de carga e à má postura observadas in loco. Estatisticamente, verificou-se que as dores na região dorsal estão relacionadas ao tempo de trabalho na função (p = 0,009), bem como há relação com os desconfortos da região cervical (p = 0,001). Ainda, os trabalhadores apresentaram elevada QTV (3,9 ± 0,7), apontando como única fragilidade a influência do sono no trabalho (2,7 ± 1,1). Constatou-se que manifestações de dores e desconfortos deve-se à falta de alinhamento das atividades laborais com os preceitos ergonômicos, porém sem impacto direto na QVT na amostra estudada. Este artigo contribui para discussões gerenciais sobre planos e práticas que prezem pela saúde e pelo bem-estar do trabalhador agrícola a fim de otimizar indicadores sociais e econômicos no agronegócio brasileiro. 2021 artículo científico 2175-0556 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=477669106004 https://www.redalyc.org/journal/4776/477669106004/ https://www.redalyc.org/journal/4776/477669106004/html/ https://www.redalyc.org/journal/4776/477669106004/477669106004.epub https://www.redalyc.org/journal/4776/477669106004/movil pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4776 Revista Científica Hermes application/pdf Instituto Paulista de Ensino e Pesquisa Revista Científica Hermes (Brasil) Vol.30