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| Main Author: | |
|---|---|
| Format: | Artículo científico |
| Language: | pt |
| Published: |
Universidade Federal de Santa Catarina
2005
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=478348686002 |
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Table of Contents:
- TRADUÇÃO COMO CULTURA Gayatri Chakravorty Spivak Lengua y Literatura ética idioma Tradução Este artigo se divide em duas partes: uma de âmbito geral e outra, particular. A primeira é um ensaio apresentado em Oviedo, Espanha; a segunda é o discurso de aceite de um prêmio nacional de tradução proferido em Nova Delhi, Índia. Geralmente se entende que a tradução cultural ocorre através de diferenças. A primeira parte desse trabalho avança em tal generalidade, demonstrando que o indivíduo na própria cultura pode ser produzido como uma “tradução” de scripts genéticos e metapsicológicos. A partir disso, o ensaio passa a considerar um segundo nível de tradução, em que um grupo expropriado de seus direitos políticos transcodifica a “cultura” em narrativa e em práticas que deveriam se tornar parte do currículo e da performance. Isso difere da tradução cultural “híbrida” diaspórica. É então fornecido um exemplo de tradução cultural subalterna transcodificada em história como mito. Se a primeira parte é uma crítica da hibridez meramente diaspórica, a segunda oferece uma crítica do identitarianismo nacionalista. Essa segunda parte demonstra que o francês e o bengali se aproximam como duas línguas a partir das quais a autora traduziu. Explicita-se a história de como a autora chegou a traduzir a partir da língua bengali: é sugerido que a tradução é um relacionamento necessário mas impossível, um relacionamento ético para com o texto do outro. Em seguida, o artigo demonstra o contraste entre ficção e a necessidade de que dicionários monolingüísticos se tornem acessíveis aos mais pobres, de forma que as crianças das classes subalternas possam traduzir do seu idioma para a língua-padrão. Um exemplo de creole subalterno é apresentado a fim de enfatizar a necessidade de tais dicionários. Finalmente, a tradução é revelada como resistência a si mesma, pois nesse ato também transgredimos nosso amor pelo original singular. 2005 artículo científico 2175-8026 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=478348686002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4783 Ilha do Desterro: A Journal of English Language, Literatures in English and Cultural Studies application/pdf Universidade Federal de Santa Catarina Ilha do Desterro: A Journal of English Language, Literatures in English and Cultural Studies (Brasil) Num.48