PRODUTIVIDADE DO CAPIM-ELEFANTE-ROXO IRRIGADO COM EFLUENTE DOMÉSTICO TRATADO NO SEMIÁRIDO POTIGUAR E SUAS UTILIDADES

Fuente: Redalyc
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Autore principale: V. M. SARAIVA
Natura: Artículo científico
Lingua:pt
Pubblicazione: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte 2013
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author V. M. SARAIVA
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contents PRODUTIVIDADE DO CAPIM-ELEFANTE-ROXO IRRIGADO COM EFLUENTE DOMÉSTICO TRATADO NO SEMIÁRIDO POTIGUAR E SUAS UTILIDADES V. M. SARAIVA A. KONIG Ingeniería roxo Capim elefante Biomassa Briquetes A cultura do capim-elefante pode dar uma grande contribuição à pecuária, pois é um excelente alimento para o gado, e, como biomassa, para fins energéticos. Ademais, é uma das gramíneas forrageiras de mais alto potencial produtivo. O experimento foi conduzido de fevereiro a novembro de 2012, em escala real, numa área de 1 ha, no entorno da ETE do município de Pendências/RN, com o objetivo de avaliar o desenvolvimento e a produtividade de Capim-elefante-Roxo para alimentação animal e matéria-prima para produção de biomassa com fins energéticos. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, com dois tratamentos: um irrigado diariamente (duas fases) e outro irrigado três vezes por semana (uma fase). A cada 20 dias, foram analisadas 10 plantas em cada fase. As variáveis avaliadas foram: altura da planta, diâmetro caulinar, tamanho e largura da folha. Aos 160 dias após o plantio, foi feito o corte e determinada a massa verde e a massa seca do capim. Os resultados obtidos foram bastante animadores, pois a produtividade nas duas fases do primeiro tratamento foi de 136 ton/ha e 121,6 ton/ha de massa verde; no tratamento (2), o rendimento foi similar, 136 ton/ha. A quantidade de matéria seca foi de 43,5 e 39 ton/ha no tratamento 1, e 37 ton/ha no tratamento 2. Conclui-se que, o tratamento 2 se revelou mais interessante, pois a quantidade de massa verde é igual ao primeiro tratamento e exige menos mão-de-obra. O cultivo de capim-elefante cv.Roxo deve ser aprimorado no meio rural produtivo do semiárido Potiguar e, por conseguinte, na região Nordeste do Brasil. 2013 artículo científico 1518-1634 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=481548602002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4815 HOLOS application/pdf Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte HOLOS (Brasil) Vol.1
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PRODUTIVIDADE DO CAPIM-ELEFANTE-ROXO IRRIGADO COM EFLUENTE DOMÉSTICO TRATADO NO SEMIÁRIDO POTIGUAR E SUAS UTILIDADES V. M. SARAIVA A. KONIG Ingeniería roxo Capim elefante Biomassa Briquetes A cultura do capim-elefante pode dar uma grande contribuição à pecuária, pois é um excelente alimento para o gado, e, como biomassa, para fins energéticos. Ademais, é uma das gramíneas forrageiras de mais alto potencial produtivo. O experimento foi conduzido de fevereiro a novembro de 2012, em escala real, numa área de 1 ha, no entorno da ETE do município de Pendências/RN, com o objetivo de avaliar o desenvolvimento e a produtividade de Capim-elefante-Roxo para alimentação animal e matéria-prima para produção de biomassa com fins energéticos. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, com dois tratamentos: um irrigado diariamente (duas fases) e outro irrigado três vezes por semana (uma fase). A cada 20 dias, foram analisadas 10 plantas em cada fase. As variáveis avaliadas foram: altura da planta, diâmetro caulinar, tamanho e largura da folha. Aos 160 dias após o plantio, foi feito o corte e determinada a massa verde e a massa seca do capim. Os resultados obtidos foram bastante animadores, pois a produtividade nas duas fases do primeiro tratamento foi de 136 ton/ha e 121,6 ton/ha de massa verde; no tratamento (2), o rendimento foi similar, 136 ton/ha. A quantidade de matéria seca foi de 43,5 e 39 ton/ha no tratamento 1, e 37 ton/ha no tratamento 2. Conclui-se que, o tratamento 2 se revelou mais interessante, pois a quantidade de massa verde é igual ao primeiro tratamento e exige menos mão-de-obra. O cultivo de capim-elefante cv.Roxo deve ser aprimorado no meio rural produtivo do semiárido Potiguar e, por conseguinte, na região Nordeste do Brasil. 2013 artículo científico 1518-1634 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=481548602002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=4815 HOLOS application/pdf Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte HOLOS (Brasil) Vol.1
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