Saved in:
Bibliographic Details
Main Author: Ernesto Norio Takahashi
Format: Artículo científico
Language:pt
Published: Universidade Federal de Viçosa 2009
Subjects:
Online Access:https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=48815852010
Tags: Add Tag
No Tags, Be the first to tag this record!
_version_ 1866814281360605184
author Ernesto Norio Takahashi
author_facet Ernesto Norio Takahashi
contents CONSEQUÊNCIAS DA DERIVA DE CLOMAZONE E SULFENTRAZONE EM CLONES DE E. grandis X E. urophylla Ernesto Norio Takahashi Pedro Luis da Costa Aguiar Alves Tiago Pereira Salgado Marco Antônio Farias Ailton C. Silva Bruno Torquato Biaggioni Agrociencias sintomas herbicidas Dose crítica Este trabalho teve por objetivo estudar os efeitos de deriva simulada dos herbicidas clomazone e sulfentrazone em dois clones comerciais de E. grandis x E. urophylla, da Votorantim Celulose e Papel (VCP1 e VCP2). Na simulação, as doses do herbicida clomazone variaram de 0 a 2.000 mL ha-1 e no sulfentrazone, de 0 a 1.500 mL ha-1. As mudas dos dois clones, previamente selecionadas, foram plantadas em vasos com capacidade para 5,0 L. O solo utilizado foi o Neossolo Quartzarênico, sendo a aplicação dos herbicidas realizada 80 dias após o plantio. O delineamento experimental utilizado em cada herbicida foi o de blocos casualizados, com os tratamentos dispostos em esquema fatorial 2 x 8, com três repetições. O efeito do clomazone resultou em folhas novas rosadas, amareladas e, em alguns casos, esbranquiçadas, como um todo ou em parte dela, enquanto as nervuras se mantiveram verdes. Observou-se, também, que as folhas velhas se tornaram mais verdes e grossas. Ocorreu redução nas características de crescimento, variando de 13 a 57%, e as doses consideradas críticas do herbicida clomazone foram de 800 e 1.200 ml ha-1 nos clones VCP1 e VCP2, respectivamente. Com o sulfentrazone, os sintomas da deriva foram necroses generalizadas nas folhas novas e velhas; ao redor da necrose, formaram-se região arroxeada e deformação intensa nas folhas novas e regular nas folhas velhas, bem como houve perda de dominância apical. As características de crescimento indicaram redução de 9 a 66%. A dose crítica desse herbicida foi de 75 ml ha-1 no clone VCP1 e 1.200 ml ha-1 no VCP2. Conclui-se que uma possível deriva dos herbicidas estudados e utilizados em cana-de-açúcar poderá causar prejuízos ao crescimento dos clones avaliados. 2009 artículo científico 0100-6762 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=48815852010 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=488 Revista Árvore application/pdf Universidade Federal de Viçosa Revista Árvore (Brasil) Num.4 Vol.33
format Artículo científico
id redalyc_48815852010
language pt
publishDate 2009
publisher Universidade Federal de Viçosa
spellingShingle CONSEQUÊNCIAS DA DERIVA DE CLOMAZONE E SULFENTRAZONE EM CLONES DE E. grandis X E. urophylla
Ernesto Norio Takahashi
Agrociencias
sintomas
herbicidas
Dose crítica
CONSEQUÊNCIAS DA DERIVA DE CLOMAZONE E SULFENTRAZONE EM CLONES DE E. grandis X E. urophylla Ernesto Norio Takahashi Pedro Luis da Costa Aguiar Alves Tiago Pereira Salgado Marco Antônio Farias Ailton C. Silva Bruno Torquato Biaggioni Agrociencias sintomas herbicidas Dose crítica Este trabalho teve por objetivo estudar os efeitos de deriva simulada dos herbicidas clomazone e sulfentrazone em dois clones comerciais de E. grandis x E. urophylla, da Votorantim Celulose e Papel (VCP1 e VCP2). Na simulação, as doses do herbicida clomazone variaram de 0 a 2.000 mL ha-1 e no sulfentrazone, de 0 a 1.500 mL ha-1. As mudas dos dois clones, previamente selecionadas, foram plantadas em vasos com capacidade para 5,0 L. O solo utilizado foi o Neossolo Quartzarênico, sendo a aplicação dos herbicidas realizada 80 dias após o plantio. O delineamento experimental utilizado em cada herbicida foi o de blocos casualizados, com os tratamentos dispostos em esquema fatorial 2 x 8, com três repetições. O efeito do clomazone resultou em folhas novas rosadas, amareladas e, em alguns casos, esbranquiçadas, como um todo ou em parte dela, enquanto as nervuras se mantiveram verdes. Observou-se, também, que as folhas velhas se tornaram mais verdes e grossas. Ocorreu redução nas características de crescimento, variando de 13 a 57%, e as doses consideradas críticas do herbicida clomazone foram de 800 e 1.200 ml ha-1 nos clones VCP1 e VCP2, respectivamente. Com o sulfentrazone, os sintomas da deriva foram necroses generalizadas nas folhas novas e velhas; ao redor da necrose, formaram-se região arroxeada e deformação intensa nas folhas novas e regular nas folhas velhas, bem como houve perda de dominância apical. As características de crescimento indicaram redução de 9 a 66%. A dose crítica desse herbicida foi de 75 ml ha-1 no clone VCP1 e 1.200 ml ha-1 no VCP2. Conclui-se que uma possível deriva dos herbicidas estudados e utilizados em cana-de-açúcar poderá causar prejuízos ao crescimento dos clones avaliados. 2009 artículo científico 0100-6762 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=48815852010 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=488 Revista Árvore application/pdf Universidade Federal de Viçosa Revista Árvore (Brasil) Num.4 Vol.33
title CONSEQUÊNCIAS DA DERIVA DE CLOMAZONE E SULFENTRAZONE EM CLONES DE E. grandis X E. urophylla
topic Agrociencias
sintomas
herbicidas
Dose crítica
url https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=48815852010