ESTRESSE HÍDRICO EM PLANTIO DE Eucalyptus grandis VS. Eucalyptus urophylla, EM FUNÇÃO DO SOLO, SUBSTRATO E MANEJO HÍDRICO DE VIVEIRO

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Auteur principal: Jane Luísa Wadas Lopes
Format: Artículo científico
Langue:pt
Publié: Universidade Federal de Viçosa 2011
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author Jane Luísa Wadas Lopes
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contents ESTRESSE HÍDRICO EM PLANTIO DE Eucalyptus grandis VS. Eucalyptus urophylla, EM FUNÇÃO DO SOLO, SUBSTRATO E MANEJO HÍDRICO DE VIVEIRO Jane Luísa Wadas Lopes Iraê Amaral Guerrini Magali Ribeiro da Silva João Carlos Cury Saad Cristiano Freitas Lopes Agrociencias Solo arenoso Solo argiloso Manejo hídrico por subsuperfície O objetivo deste trabalho foi avaliar em campo os níveis de estresse hídrico das mudas de Eucalyptus grandis vs. Eucalyptus urophylla selecionado para tolerância ao déficit hídrico, em função dos substratos, do manejo hídrico e dos solos. As mudas foram produzidas em dois viveiros distintos do Estado de São Paulo: com o substrato Plantmax estacas® (PLX) em Bofete (SP) e com a mistura em partes iguais de casca de arroz carbonizada e vermiculita (CAC), em Ibaté (SP). A partir dos 60 dias após a estaquia (DAE), durante a rustificação as mudas foram manejadas com cinco frequências de irrigação por subsuperfície: F1 - irrigado uma vez ao dia, F2 - irrigado duas vezes ao dia, F3 - irrigado três vezes ao dia, F4 - irrigado quatro vezes ao dia e FD - mantido em irrigação, restabelecendo a capacidade de campo até o plantio aos 90 DAE, em um solo argiloso e outro arenoso. Foram realizadas avaliações dos níveis de estresse (brando, moderado e severo), que afetaram a sobrevivência nos dois solos, por meio de censo aos 15 e aos 30 dias após o plantio. Com relação aos níveis de estresse avaliados, verificou-se pouca influência do substrato, porém onde ocorreu o PLX proporcionou menores percentuais de plantas afetadas. Independentemente do tipo de solo onde as mudas foram plantadas, os sintomas de estresse nas plantas, de modo geral, foram semelhantes. O manejo de viveiro não influenciou na sobrevivência das mudas, embora tenham ocorrido algumas diferenças estatísticas quando se usaram CAC e plantio no solo arenoso, porém sem tendência clara de comportamento. Os critérios relativos à implantação foram mais determinantes na sobrevivência das mudas no campo até os 30 dias após o plantio, indicando a necessidade de replantio. 2011 artículo científico 0100-6762 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=48818717004 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=488 Revista Árvore application/pdf Universidade Federal de Viçosa Revista Árvore (Brasil) Num.1 Vol.35
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publishDate 2011
publisher Universidade Federal de Viçosa
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Jane Luísa Wadas Lopes
Agrociencias
Solo arenoso
Solo argiloso
Manejo hídrico por subsuperfície
ESTRESSE HÍDRICO EM PLANTIO DE Eucalyptus grandis VS. Eucalyptus urophylla, EM FUNÇÃO DO SOLO, SUBSTRATO E MANEJO HÍDRICO DE VIVEIRO Jane Luísa Wadas Lopes Iraê Amaral Guerrini Magali Ribeiro da Silva João Carlos Cury Saad Cristiano Freitas Lopes Agrociencias Solo arenoso Solo argiloso Manejo hídrico por subsuperfície O objetivo deste trabalho foi avaliar em campo os níveis de estresse hídrico das mudas de Eucalyptus grandis vs. Eucalyptus urophylla selecionado para tolerância ao déficit hídrico, em função dos substratos, do manejo hídrico e dos solos. As mudas foram produzidas em dois viveiros distintos do Estado de São Paulo: com o substrato Plantmax estacas® (PLX) em Bofete (SP) e com a mistura em partes iguais de casca de arroz carbonizada e vermiculita (CAC), em Ibaté (SP). A partir dos 60 dias após a estaquia (DAE), durante a rustificação as mudas foram manejadas com cinco frequências de irrigação por subsuperfície: F1 - irrigado uma vez ao dia, F2 - irrigado duas vezes ao dia, F3 - irrigado três vezes ao dia, F4 - irrigado quatro vezes ao dia e FD - mantido em irrigação, restabelecendo a capacidade de campo até o plantio aos 90 DAE, em um solo argiloso e outro arenoso. Foram realizadas avaliações dos níveis de estresse (brando, moderado e severo), que afetaram a sobrevivência nos dois solos, por meio de censo aos 15 e aos 30 dias após o plantio. Com relação aos níveis de estresse avaliados, verificou-se pouca influência do substrato, porém onde ocorreu o PLX proporcionou menores percentuais de plantas afetadas. Independentemente do tipo de solo onde as mudas foram plantadas, os sintomas de estresse nas plantas, de modo geral, foram semelhantes. O manejo de viveiro não influenciou na sobrevivência das mudas, embora tenham ocorrido algumas diferenças estatísticas quando se usaram CAC e plantio no solo arenoso, porém sem tendência clara de comportamento. Os critérios relativos à implantação foram mais determinantes na sobrevivência das mudas no campo até os 30 dias após o plantio, indicando a necessidade de replantio. 2011 artículo científico 0100-6762 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=48818717004 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=488 Revista Árvore application/pdf Universidade Federal de Viçosa Revista Árvore (Brasil) Num.1 Vol.35
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