Riqueza de galhas entomógenas em áreas antropizadas e preservadas de caatinga
Fuente:
Redalyc
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| Autore principale: | |
|---|---|
| Natura: | Artículo científico |
| Lingua: | pt |
| Pubblicazione: |
Universidade Federal de Viçosa
2012
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| Soggetti: | |
| Accesso online: | |
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| _version_ | 1876435543845240832 |
|---|---|
| author | Sheila Patricia Carvalho-Fernandes |
| author_facet | Sheila Patricia Carvalho-Fernandes |
| contents | Riqueza de galhas entomógenas em áreas antropizadas e preservadas de caatinga Sheila Patricia Carvalho-Fernandes Jarcilene Silva de Almeida-Cortez Andre Luiz Nunes Ferreira Agrociencias Impacto ambiental Bioindicadores e Herbivoria Insetos indutores de galhas, também denominados cecidógenos, são considerados mais especializados por possuírem interação direta com tecidos internos da planta, modificando-os em seu benefício e tornando-se mais dependentes da espécie hospedeira. Este estudo investigou a fauna de insetos galhadores em espécies hospedeiras da Caatinga, em ambientes com diferentes intensidades de ação antrópica. As áreas foram selecionadas de acordo com uma escala de sucessão ecológica (preservadas, intermediárias e antropizadas), sendo três réplicas de cada, totalizando nove áreas. Em cada área foram amostradas oito parcelas de 10 m² cada, distanciadas 10 m entre si. Foram encontrados 25 morfotipos de galhas distribuídos em 18 espécies hospedeiras pertencentes a oito famílias vegetais. Fabaceae foi a família com maior riqueza de galhas, com seis morfotipos, sendo Caesalpinia pyramidalis Tul. a espécie com maior número de galhas, com quatro morfotipos. Em relação aos órgãos atacados, 68% das galhas ocorreram em folhas, 28% em ramos e 4% em botões florais. A maioria das galhas encontradas ocorreu isoladamente (84%), glabra (56%) e de formas esféricas (32%), amorfas (28%), discoides (12%) e globoides (12%). No estrato arbóreo foi encontrada a maior riqueza de galhas, com 16 morfotipos, seguido do estrato arbustivo e herbáceo, respectivamente com sete e dois morfotipos. A riqueza de galhas sofreu influência do grau de conservação das áreas, e houve diferenças entre os ambientes preservados e antropizados. 2012 artículo científico 0100-6762 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=48822487008 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=488 Revista Árvore application/pdf Universidade Federal de Viçosa Revista Árvore (Brasil) Num.2 Vol.36 |
| format | Artículo científico |
| id | redalyc_48822487008 |
| institution | Redalyc |
| language | pt |
| publishDate | 2012 |
| publisher | Universidade Federal de Viçosa |
| spellingShingle | Riqueza de galhas entomógenas em áreas antropizadas e preservadas de caatinga Sheila Patricia Carvalho-Fernandes Agrociencias Impacto ambiental Bioindicadores e Herbivoria Riqueza de galhas entomógenas em áreas antropizadas e preservadas de caatinga Sheila Patricia Carvalho-Fernandes Jarcilene Silva de Almeida-Cortez Andre Luiz Nunes Ferreira Agrociencias Impacto ambiental Bioindicadores e Herbivoria Insetos indutores de galhas, também denominados cecidógenos, são considerados mais especializados por possuírem interação direta com tecidos internos da planta, modificando-os em seu benefício e tornando-se mais dependentes da espécie hospedeira. Este estudo investigou a fauna de insetos galhadores em espécies hospedeiras da Caatinga, em ambientes com diferentes intensidades de ação antrópica. As áreas foram selecionadas de acordo com uma escala de sucessão ecológica (preservadas, intermediárias e antropizadas), sendo três réplicas de cada, totalizando nove áreas. Em cada área foram amostradas oito parcelas de 10 m² cada, distanciadas 10 m entre si. Foram encontrados 25 morfotipos de galhas distribuídos em 18 espécies hospedeiras pertencentes a oito famílias vegetais. Fabaceae foi a família com maior riqueza de galhas, com seis morfotipos, sendo Caesalpinia pyramidalis Tul. a espécie com maior número de galhas, com quatro morfotipos. Em relação aos órgãos atacados, 68% das galhas ocorreram em folhas, 28% em ramos e 4% em botões florais. A maioria das galhas encontradas ocorreu isoladamente (84%), glabra (56%) e de formas esféricas (32%), amorfas (28%), discoides (12%) e globoides (12%). No estrato arbóreo foi encontrada a maior riqueza de galhas, com 16 morfotipos, seguido do estrato arbustivo e herbáceo, respectivamente com sete e dois morfotipos. A riqueza de galhas sofreu influência do grau de conservação das áreas, e houve diferenças entre os ambientes preservados e antropizados. 2012 artículo científico 0100-6762 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=48822487008 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=488 Revista Árvore application/pdf Universidade Federal de Viçosa Revista Árvore (Brasil) Num.2 Vol.36 |
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| topic | Agrociencias Impacto ambiental Bioindicadores e Herbivoria |
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