AJUSTE DO MODELO DE REINEKE PARA ESTIMATIVA DA LINHA DE MÁXIMA DENSIDADE NA FLORESTA ESTACIONAL DECIDUAL NO RIO GRANDE DO SUL
Fuente:
Redalyc
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| 1. Verfasser: | |
|---|---|
| Format: | Artículo científico |
| Sprache: | pt |
| Veröffentlicht: |
Universidade Federal de Viçosa
2013
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| Schlagworte: | |
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| _version_ | 1876462500681089024 |
|---|---|
| author | Evandro Alcir Meyer |
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| contents | AJUSTE DO MODELO DE REINEKE PARA ESTIMATIVA DA LINHA DE MÁXIMA DENSIDADE NA FLORESTA ESTACIONAL DECIDUAL NO RIO GRANDE DO SUL Evandro Alcir Meyer Frederico Dimas Fleig Lílian Daniel Pereira Elisabete Vuaden Agrociencias Competição Autodesbaste Densidade pontual O objetivo deste trabalho foi estudar a relação entre a densidade de árvores por hectare e o diâmetro médio de uma Floresta Estacional Decidual, bem como ajustar o modelo Reineke para descrever esse comportamento, comparando o desempenho de diferentes métodos. A área de estudo localiza-se no Município de Silveira Martins, na região central do Rio Grande do Sul, e encontra-se em estágio inicial de sucessão, após o uso agrícola. As informações referentes ao número de árvores por hectare e ao diâmetro médio foram obtidas por meio do método de densidade pontual proposto por Spurr. As amostras foram tomadas nos estágios iniciais de uma floresta secundária, escolhendo-se áreas onde predominava o camboatá-vermelho (Cupania vernalis). Como as florestas naturais apresentam espaçamento irregular, a densidade é bastante variável. Assim, para selecionar apenas parcelas em alta densidade, foram escolhidas áreas onde se verificava a ocorrência de indivíduos mortos. Foram testados diferentes métodos para estimar o limite superior da linha de autodesbaste: a análise de regressão (para todos os dados e densidade relativa maior que 60%), corrigindo o intercepto para que os resíduos fossem negativos; o ajuste manual; o de densidade relativa (DR>90%); e a análise de fronteira estocástica. O método que melhor estimou a máxima densidade foi a análise de regressão com dados de no mínimo 60% da densidade máxima, obtendo-se um coeficiente angular de -1,563 para o modelo de Reineke. Não houve diferença significativa entre as potências fornecidas pelos diferentes métodos. 2013 artículo científico 0100-6762 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=48828747010 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=488 Revista Árvore application/pdf Universidade Federal de Viçosa Revista Árvore (Brasil) Num.4 Vol.37 |
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| institution | Redalyc |
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| publishDate | 2013 |
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