ECOLOGIA DA PAISAGEM DE REMANESCENTES FLORESTAIS NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIBEIRÃO DAS PEDRAS - CAMPINAS-SP

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1. Verfasser: Thiago Luiz Etto
Format: Artículo científico
Sprache:pt
Veröffentlicht: Universidade Federal de Viçosa 2013
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author Thiago Luiz Etto
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contents ECOLOGIA DA PAISAGEM DE REMANESCENTES FLORESTAIS NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIBEIRÃO DAS PEDRAS - CAMPINAS-SP Thiago Luiz Etto Regina Márcia Longo Daniela da Rosa Arruda Renata Invenion Agrociencias chave Palavras Ecologia de paisagem Florestas urbanas Fragilidade ambiental A fragmentação dos extratos florestais e o uso de terras, muitas vezes sem os cuidados necessários para mitigação dos impactos decorrentes das atividades antrópicas, geram ecossistemas fragilizados por fenômenos como o efeito de borda, ou seja, alterações localizadas nas áreas de contato entre a matriz antropizada e o remanescente florestal. Nesse contexto, este trabalho teve por objetivo estudar a fragilidade dos fragmentos encontrados na Bacia Hidrográfica do Ribeirão das Pedras, no Município de Campinas, SP, Brasil, utilizando técnicas de geoprocessamento. Com a base cartográfica do município, avaliaram-se o tamanho do fragmento e a tendência de formato alongado ou circular. Com base em dados cartográficos de 1962, 1972 e 2006, observou-se o declínio quantitativo e qualitativo dos fragmentos. Devido ao processo de urbanização não planejada do município, os fragmentos de menor área foram desmatados. Estes, apesar de não terem capacidade ecológica para sustentar níveis tróficos mais elevados, servem como “trampolins ecológicos”, contribuindo para o fluxo biológico. De maneira análoga, os remanescentes maiores também foram desmatados e sua área, reduzida. De maneira geral, o formato dos fragmentos passou a tender para o formato alongado, o que sugere maior contato entre os remanescentes e a matriz antrópica, aumentando, assim, a vulnerabilidade dos fragmentos. Destaca-se o caso do remanescente de Cerrado encontrado no extremo nordeste da bacia que possui tendência de formato alongado (IC = 0,62) e área reduzida (0,38 ha), mostrando-se, assim, muito vulnerável às pressões antrópicas. Assim, conclui-se que os fragmentos florestais da bacia hidrográfica estudada estão altamente vulneráveis. 2013 artículo científico 0100-6762 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=48829909008 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=488 Revista Árvore application/pdf Universidade Federal de Viçosa Revista Árvore (Brasil) Num.6 Vol.37
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publishDate 2013
publisher Universidade Federal de Viçosa
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Thiago Luiz Etto
Agrociencias
chave
Palavras
Ecologia de paisagem
Florestas urbanas Fragilidade ambiental
ECOLOGIA DA PAISAGEM DE REMANESCENTES FLORESTAIS NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIBEIRÃO DAS PEDRAS - CAMPINAS-SP Thiago Luiz Etto Regina Márcia Longo Daniela da Rosa Arruda Renata Invenion Agrociencias chave Palavras Ecologia de paisagem Florestas urbanas Fragilidade ambiental A fragmentação dos extratos florestais e o uso de terras, muitas vezes sem os cuidados necessários para mitigação dos impactos decorrentes das atividades antrópicas, geram ecossistemas fragilizados por fenômenos como o efeito de borda, ou seja, alterações localizadas nas áreas de contato entre a matriz antropizada e o remanescente florestal. Nesse contexto, este trabalho teve por objetivo estudar a fragilidade dos fragmentos encontrados na Bacia Hidrográfica do Ribeirão das Pedras, no Município de Campinas, SP, Brasil, utilizando técnicas de geoprocessamento. Com a base cartográfica do município, avaliaram-se o tamanho do fragmento e a tendência de formato alongado ou circular. Com base em dados cartográficos de 1962, 1972 e 2006, observou-se o declínio quantitativo e qualitativo dos fragmentos. Devido ao processo de urbanização não planejada do município, os fragmentos de menor área foram desmatados. Estes, apesar de não terem capacidade ecológica para sustentar níveis tróficos mais elevados, servem como “trampolins ecológicos”, contribuindo para o fluxo biológico. De maneira análoga, os remanescentes maiores também foram desmatados e sua área, reduzida. De maneira geral, o formato dos fragmentos passou a tender para o formato alongado, o que sugere maior contato entre os remanescentes e a matriz antrópica, aumentando, assim, a vulnerabilidade dos fragmentos. Destaca-se o caso do remanescente de Cerrado encontrado no extremo nordeste da bacia que possui tendência de formato alongado (IC = 0,62) e área reduzida (0,38 ha), mostrando-se, assim, muito vulnerável às pressões antrópicas. Assim, conclui-se que os fragmentos florestais da bacia hidrográfica estudada estão altamente vulneráveis. 2013 artículo científico 0100-6762 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=48829909008 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=488 Revista Árvore application/pdf Universidade Federal de Viçosa Revista Árvore (Brasil) Num.6 Vol.37
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