Anatomia e histoquímica das estruturas secretoras do caule de spondias dulcis forst. f. (anacardiaceae)
Fuente:
Redalyc
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| Autore principale: | |
|---|---|
| Natura: | Artículo científico |
| Lingua: | es |
| Pubblicazione: |
Universidade Federal de Viçosa
2006
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| Soggetti: | |
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| _version_ | 1876457611826561024 |
|---|---|
| author | Bruno Francisco Sant' Anna-Santos |
| author_facet | Bruno Francisco Sant' Anna-Santos |
| contents | Anatomia e histoquímica das estruturas secretoras do caule de spondias dulcis forst. f. (anacardiaceae) Bruno Francisco Sant' Anna-Santos Marcela Thadeo Lia Ascensão Renata María Strozi Alves Meira Agrociencias Anacardiaceae Spondias dulcis anatomia caulinar ductos secretores idioblastos secretores e histoquímica Spondias dulcis Forst. F. vem recebendo atenção especial por secretar uma goma que possui ação medicinal. Em outras espécies de Anacardiaceae, a maioria dos estudos sobre as estruturas secretoras referese à ultra-estrutura e desenvolvimento dos ductos, existindo poucas informações quanto à natureza química do secretado. O objetivo do presente trabalho foi caracterizar estrutural e histoquimicamente o sistema secretor do caule de S. dulcis. Amostras do caule jovem de plantas com 45 dias de idade foram submetidas às técnicas usuais em anatomia vegetal e a testes histoquímicos. O sistema secretor de S. dulcis apresenta ductos e idioblastos. Os ductos, muito longos, encontram-se associados ao floema e na medula, enquanto os idioblastos ocorrem no córtex e, também, associados ao floema. Os ductos apresentam um epitélio secretor unisseriado, formado por células cuneiformes a tabulares, de paredes delgadas, citoplasma denso e núcleo volumoso com nucléolo proeminente. Nos ductos associados ao floema, observam-se, externamente ao epitélio, duas a três camadas de células parenquimáticas, achatadas e dispostas radialmente, formando uma bainha. Os testes histoquímicos evidenciaram a presença de taninos nos idioblastos corticais. A secreção dos ductos é constituída, em sua maioria, por óleos essenciais, polissacarídeos e compostos fenólicos (provavelmente agliconas flavonóicas), o que permite caracterizá-la como uma gomorresina. 2006 artículo científico 0100-6762 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=48830319 es http://www.redalyc.org/revista.oa?id=488 Revista Árvore application/pdf Universidade Federal de Viçosa Revista Árvore (Brasil) Num.3 Vol.30 |
| format | Artículo científico |
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| institution | Redalyc |
| language | es |
| publishDate | 2006 |
| publisher | Universidade Federal de Viçosa |
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