Análise da qualidade das águas das precipitações em aberto e efetiva em um fragmento secundário da Mata Atlântica, no município de Viçosa, MG

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Auteur principal: José Carlos de Oliveira
Format: Artículo científico
Langue:pt
Publié: Universidade Federal de Viçosa 2007
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author José Carlos de Oliveira
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contents Análise da qualidade das águas das precipitações em aberto e efetiva em um fragmento secundário da Mata Atlântica, no município de Viçosa, MG José Carlos de Oliveira Vinícius Valiati de Souza Adriana Albuquerque da Costa Herly Carlos Teixeira Dias Agrociencias Precipitação em aberto precipitação efetiva e qualidade física da água Este trabalho foi conduzido na Estação de Treinamento e Educação Ambiental Mata do Paraíso,localizada no Município de Viçosa, MG, e teve por objetivo analisar a qualidade das águas da precipitaçãoatmosférica em aberto (PA) e da precipitação efetiva (PE) de um trecho mais recente de regeneraçãoda mata natural secundária, no período compreendido entre março e outubro de 2004. Para isso foramdemarcadas três parcelas de precipitação efetiva dentro da Mata do Paraíso, de onde foram retiradas asalíquotas para as análises físicas das águas da precipitação interna (PI) e do escoamento pelo tronco (Et).Os valores médios de pH da água da PA, PI e Et foram 6,55; 6,9; e 6,34, respectivamente. A condutividadeelétrica (mS cm-1) da água da PA, PI e Et apresentou valores médios iguais a 41,57; 100,5; e 66,36, respectivamente.A cor aparente da água da PA, PI e Et apresentou valores médios iguais a 6,09; 165; e 223,92 unidadesde cor, respectivamente. A turbidez da PA, PI e Et apresentou valores médios iguais a 1,53; 2,72; e 1,94UNT, respectivamente. A cobertura florestal da Mata do Paraíso influenciou as variáveis físicas da águade precipitação efetiva, principalmente nas chuvas que ocorreram logo após períodos de estiagem. A floresta,através da precipitação interna e do escoamento pelo tronco, regulou o pH e aumentou a condutividadeelétrica, a cor e a turbidez da água da chuva, que atingiu os solos da floresta. 2007 artículo científico 0100-6762 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=48831419 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=488 Revista Árvore application/pdf Universidade Federal de Viçosa Revista Árvore (Brasil) Num.4 Vol.31
format Artículo científico
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institution Redalyc
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publishDate 2007
publisher Universidade Federal de Viçosa
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José Carlos de Oliveira
Agrociencias
Precipitação em aberto
precipitação efetiva e qualidade física da água
Análise da qualidade das águas das precipitações em aberto e efetiva em um fragmento secundário da Mata Atlântica, no município de Viçosa, MG José Carlos de Oliveira Vinícius Valiati de Souza Adriana Albuquerque da Costa Herly Carlos Teixeira Dias Agrociencias Precipitação em aberto precipitação efetiva e qualidade física da água Este trabalho foi conduzido na Estação de Treinamento e Educação Ambiental Mata do Paraíso,localizada no Município de Viçosa, MG, e teve por objetivo analisar a qualidade das águas da precipitaçãoatmosférica em aberto (PA) e da precipitação efetiva (PE) de um trecho mais recente de regeneraçãoda mata natural secundária, no período compreendido entre março e outubro de 2004. Para isso foramdemarcadas três parcelas de precipitação efetiva dentro da Mata do Paraíso, de onde foram retiradas asalíquotas para as análises físicas das águas da precipitação interna (PI) e do escoamento pelo tronco (Et).Os valores médios de pH da água da PA, PI e Et foram 6,55; 6,9; e 6,34, respectivamente. A condutividadeelétrica (mS cm-1) da água da PA, PI e Et apresentou valores médios iguais a 41,57; 100,5; e 66,36, respectivamente.A cor aparente da água da PA, PI e Et apresentou valores médios iguais a 6,09; 165; e 223,92 unidadesde cor, respectivamente. A turbidez da PA, PI e Et apresentou valores médios iguais a 1,53; 2,72; e 1,94UNT, respectivamente. A cobertura florestal da Mata do Paraíso influenciou as variáveis físicas da águade precipitação efetiva, principalmente nas chuvas que ocorreram logo após períodos de estiagem. A floresta,através da precipitação interna e do escoamento pelo tronco, regulou o pH e aumentou a condutividadeelétrica, a cor e a turbidez da água da chuva, que atingiu os solos da floresta. 2007 artículo científico 0100-6762 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=48831419 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=488 Revista Árvore application/pdf Universidade Federal de Viçosa Revista Árvore (Brasil) Num.4 Vol.31
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