ESTRUTURA DO COMPONENTE ARBUSTIVO-ARBÓREO DA VEGETAÇÃOEM DUAS ÁREAS DE CAATINGA, NO MUNICÍPIO DE FLORESTA, PERNAMBUCO

Fuente: Redalyc
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Auteur principal: José Serafim Feitosa Ferraz
Format: Artículo científico
Langue:pt
Publié: Universidade Federal de Viçosa 2014
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author José Serafim Feitosa Ferraz
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contents ESTRUTURA DO COMPONENTE ARBUSTIVO-ARBÓREO DA VEGETAÇÃOEM DUAS ÁREAS DE CAATINGA, NO MUNICÍPIO DE FLORESTA, PERNAMBUCO José Serafim Feitosa Ferraz Rinaldo Luiz Caraciolo Ferreira José Antônio Aleixo da Silva Isabelle Maria Jacqueline Meunier Mércia Virgínia Ferreira dos Santos Agrociencias Sucessão Semiárido Fitossociologia Avaliaram-se a composição e estrutura do componente arbustivo-arbóreo da vegetação de duas áreas de caatinga com diferentes histórias de uso, em Floresta, PE. Foram avaliadas 60 parcelas de 20 x 20 m, sendo 40 em área de vegetação secundária, 22 anos após o corte raso (Área I); e 20 parcelas em área com vegetação conservada (Área II). Foi feita a identificação botânica e medidas a circunferência à altura do peito (CAP) e a altura das árvores com CAP > 6,0 cm, estimando os parâmetros de estrutura horizontal e índices de riqueza e diversidade. A vegetação secundária apresentou maior riqueza de espécies, diferindo quanto à estrutura fitossociológica e fisionomia da vegetação conservada. Nas duas áreas, a espécie de maior Valor de Importância foi Poincianella bracteosa, cuja dominância foi maior na Área I, onde Pityrocarpa moniliformis, Piptadenia viridifolia, Senna spectabilis e Croton blanchetianus foram exclusivas. Croton rhamnifolius, Manihot glaziovii e Myracrodruon urundeuva, presentes em ambas as áreas, tiveram maior importância relativa na área conservada. Na área conservada, a vegetação apresentou área basal, altura média e máxima maiores do que na área perturbada, mostrando que a estrutura da vegetação com 22 anos ainda estava em desenvolvimento. Tomando como referência a área basal da Área II e o incremento estimado na área de vegetação secundária, a regeneração em áreas desmatadas exigiria período superior a 40 anos para reestabelecer a estrutura original. 2014 artículo científico 0100-6762 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=48837807010 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=488 Revista Árvore application/pdf Universidade Federal de Viçosa Revista Árvore (Brasil) Num.6 Vol.38
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ESTRUTURA DO COMPONENTE ARBUSTIVO-ARBÓREO DA VEGETAÇÃOEM DUAS ÁREAS DE CAATINGA, NO MUNICÍPIO DE FLORESTA, PERNAMBUCO José Serafim Feitosa Ferraz Rinaldo Luiz Caraciolo Ferreira José Antônio Aleixo da Silva Isabelle Maria Jacqueline Meunier Mércia Virgínia Ferreira dos Santos Agrociencias Sucessão Semiárido Fitossociologia Avaliaram-se a composição e estrutura do componente arbustivo-arbóreo da vegetação de duas áreas de caatinga com diferentes histórias de uso, em Floresta, PE. Foram avaliadas 60 parcelas de 20 x 20 m, sendo 40 em área de vegetação secundária, 22 anos após o corte raso (Área I); e 20 parcelas em área com vegetação conservada (Área II). Foi feita a identificação botânica e medidas a circunferência à altura do peito (CAP) e a altura das árvores com CAP > 6,0 cm, estimando os parâmetros de estrutura horizontal e índices de riqueza e diversidade. A vegetação secundária apresentou maior riqueza de espécies, diferindo quanto à estrutura fitossociológica e fisionomia da vegetação conservada. Nas duas áreas, a espécie de maior Valor de Importância foi Poincianella bracteosa, cuja dominância foi maior na Área I, onde Pityrocarpa moniliformis, Piptadenia viridifolia, Senna spectabilis e Croton blanchetianus foram exclusivas. Croton rhamnifolius, Manihot glaziovii e Myracrodruon urundeuva, presentes em ambas as áreas, tiveram maior importância relativa na área conservada. Na área conservada, a vegetação apresentou área basal, altura média e máxima maiores do que na área perturbada, mostrando que a estrutura da vegetação com 22 anos ainda estava em desenvolvimento. Tomando como referência a área basal da Área II e o incremento estimado na área de vegetação secundária, a regeneração em áreas desmatadas exigiria período superior a 40 anos para reestabelecer a estrutura original. 2014 artículo científico 0100-6762 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=48837807010 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=488 Revista Árvore application/pdf Universidade Federal de Viçosa Revista Árvore (Brasil) Num.6 Vol.38
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