Durabilidade de solos estabilizados quimicamente com vistas à aplicação em estradas florestais

Fuente: Redalyc
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Autor principal: Antônio Almeida
Formato: Artículo científico
Lenguaje:pt
Publicado: Universidade Federal de Viçosa 2006
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author Antônio Almeida
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contents Durabilidade de solos estabilizados quimicamente com vistas à aplicação em estradas florestais Antônio Almeida Tales Oliveira Carlos Cardoso Machado Giovani Levi Sant´Anna Dario Cardoso Lima Carlos Alexandre Braz de Carvalho Agrociencias Estabilização de solos resíduo industrial “grits” estradas florestais e durabilidade Este artigo é direcionado à caracterização do parâmetro durabilidade de dois solos típicos da microrregiãode Viçosa, Minas Gerais, para fins de aplicação em estradas florestais, considerando-se, para tanto, as seguintescondições: (a) solos estabilizados com o resíduo industrial “grits”; (b) solos melhorados com cal ou cimento;e (c) solos estabilizados com grits e melhorados com cal ou cimento, a partir de resultados de ensaios de durabilidadepor molhagem e secagem. Trabalhou-se com um solo residual maduro (solo 1) e um solo residual jovem degnaisse (solo 2) da Zona da Mata Norte de Minas Gerais, Brasil. O programa de ensaios de laboratório envolveu:(a) teor de grits: 24% calculado em relação ao peso de solo seco; (b) teor de cal ou cimento: 10 e 20%, calculadosem relação ao peso de grits seco; (c) energias de compactação: referentes aos ensaios Proctor normal e modificado;e (d) período de cura: sete dias em câmara úmida. Os resultados do programa de ensaios indicaram que: (a)as misturas solo-cal, solo-cimento, solo-grits-cal e solo-grits-cimento, em ambas as energias empregadas, resistirama todos os ciclos do ensaio de durabilidade por molhagem e secagem; (b) a mistura solo 1 + grits + cal apresentouo melhor resultado, quando compactada na energia modificada, com perdas da ordem de 7%; com relação aosolo 2, o melhor resultado foi obtido quando se trabalhou com grits mais cimento, na energia modificada,com perdas da ordem de 9%; e (c) sob o aspecto durabilidade, as misturas solo-grits só apresentam potencialpara emprego como material de construção rodoviária quando melhoradas com cal ou cimento. 2006 artículo científico 0100-6762 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=48863013 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=488 Revista Árvore application/pdf Universidade Federal de Viçosa Revista Árvore (Brasil) Num.6 Vol.30
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Antônio Almeida
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Estabilização de solos
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estradas florestais e durabilidade
Durabilidade de solos estabilizados quimicamente com vistas à aplicação em estradas florestais Antônio Almeida Tales Oliveira Carlos Cardoso Machado Giovani Levi Sant´Anna Dario Cardoso Lima Carlos Alexandre Braz de Carvalho Agrociencias Estabilização de solos resíduo industrial “grits” estradas florestais e durabilidade Este artigo é direcionado à caracterização do parâmetro durabilidade de dois solos típicos da microrregiãode Viçosa, Minas Gerais, para fins de aplicação em estradas florestais, considerando-se, para tanto, as seguintescondições: (a) solos estabilizados com o resíduo industrial “grits”; (b) solos melhorados com cal ou cimento;e (c) solos estabilizados com grits e melhorados com cal ou cimento, a partir de resultados de ensaios de durabilidadepor molhagem e secagem. Trabalhou-se com um solo residual maduro (solo 1) e um solo residual jovem degnaisse (solo 2) da Zona da Mata Norte de Minas Gerais, Brasil. O programa de ensaios de laboratório envolveu:(a) teor de grits: 24% calculado em relação ao peso de solo seco; (b) teor de cal ou cimento: 10 e 20%, calculadosem relação ao peso de grits seco; (c) energias de compactação: referentes aos ensaios Proctor normal e modificado;e (d) período de cura: sete dias em câmara úmida. Os resultados do programa de ensaios indicaram que: (a)as misturas solo-cal, solo-cimento, solo-grits-cal e solo-grits-cimento, em ambas as energias empregadas, resistirama todos os ciclos do ensaio de durabilidade por molhagem e secagem; (b) a mistura solo 1 + grits + cal apresentouo melhor resultado, quando compactada na energia modificada, com perdas da ordem de 7%; com relação aosolo 2, o melhor resultado foi obtido quando se trabalhou com grits mais cimento, na energia modificada,com perdas da ordem de 9%; e (c) sob o aspecto durabilidade, as misturas solo-grits só apresentam potencialpara emprego como material de construção rodoviária quando melhoradas com cal ou cimento. 2006 artículo científico 0100-6762 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=48863013 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=488 Revista Árvore application/pdf Universidade Federal de Viçosa Revista Árvore (Brasil) Num.6 Vol.30
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