Estudo autoecológico de Bumélia sertorium (Quixabeira) – Espécie ameaçada de extinção no ecossistema Caatinga

Fuente: Redalyc
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Main Author: Patrícia de Lima Martins
Format: Artículo científico
Language:pt
Published: Universidade Estadual da Paraíba 2004
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author Patrícia de Lima Martins
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contents Estudo autoecológico de Bumélia sertorium (Quixabeira) – Espécie ameaçada de extinção no ecossistema Caatinga Patrícia de Lima Martins Karidja Kalliany Carlos de Freitas Giselle Medeiros da Costa Silva Humberto Silva Biología Na caatinga paraibana a degradação ambiental está relacionada aos atos do homem, e às contribuições que a ciência e a tecnologia proporcionam, além da tendência natural da vegetação de definhar ficando os solos expostos acelerando o processo de desertificação. Objetivou-se este estudo autecológico, pois a Bumélia sertorium Mart é enquadradas pelos “caririzeiros” como ameaçadas de extinção, sendo esta espécie de grande importância pelas suas propriedades medicinais e madeireira. O estudo realizou-se entre setembro de 2000 a setembro de 2001; na mesorregião Cariri paraibano, microrregião, Boqueirão. Foram feitas análises químicas e físicas dos solos coletados e tomados dados climáticos relacionados aos últimos seis anos, além de observações fenológicas das plantas adultas. Observou-se que o solo é franco-argilo-arenoso, com 6,4 (levemente ácido); os teores se Al³ encontrados são baixos o que não ocorre com o Ca² e o Mg² ; o Na¹ e o K¹ apresentam-se sempre em quantidades consideráveis, e elevado teor de P; 95,19 mg/dm3 de matéria orgânica encontrada foi altamente considerável. Quanto à climatologia, verificou-se menor temperatura (16oC) registrada no mês de Setembro de 1995 e a maior (34,8oC) em Março de 1998, e registrada uma precipitação anual que variou de 133,5mm em 1998, a 521mm, em 2000. As plantas apresentavam-se sadias do ponto de vista fitossanitário. Concluiu-se que a quixabeira vegeta satisfatoriamente em solos argilosos, com teores elevados de Ca++, Mg ++, K+ , e matéria orgânica; baixos teores de Al +; pH levemente alcalino, e suas dimensões apresentam tamanhas menores que a literatura. 2004 artículo científico 1519-5228 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=50040107 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=500 Revista de Biologia e Ciências da Terra application/pdf Universidade Estadual da Paraíba Revista de Biologia e Ciências da Terra (Brasil) Num.1 Vol.4
format Artículo científico
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institution Redalyc
language pt
publishDate 2004
publisher Universidade Estadual da Paraíba
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Patrícia de Lima Martins
Biología
Estudo autoecológico de Bumélia sertorium (Quixabeira) – Espécie ameaçada de extinção no ecossistema Caatinga Patrícia de Lima Martins Karidja Kalliany Carlos de Freitas Giselle Medeiros da Costa Silva Humberto Silva Biología Na caatinga paraibana a degradação ambiental está relacionada aos atos do homem, e às contribuições que a ciência e a tecnologia proporcionam, além da tendência natural da vegetação de definhar ficando os solos expostos acelerando o processo de desertificação. Objetivou-se este estudo autecológico, pois a Bumélia sertorium Mart é enquadradas pelos “caririzeiros” como ameaçadas de extinção, sendo esta espécie de grande importância pelas suas propriedades medicinais e madeireira. O estudo realizou-se entre setembro de 2000 a setembro de 2001; na mesorregião Cariri paraibano, microrregião, Boqueirão. Foram feitas análises químicas e físicas dos solos coletados e tomados dados climáticos relacionados aos últimos seis anos, além de observações fenológicas das plantas adultas. Observou-se que o solo é franco-argilo-arenoso, com 6,4 (levemente ácido); os teores se Al³ encontrados são baixos o que não ocorre com o Ca² e o Mg² ; o Na¹ e o K¹ apresentam-se sempre em quantidades consideráveis, e elevado teor de P; 95,19 mg/dm3 de matéria orgânica encontrada foi altamente considerável. Quanto à climatologia, verificou-se menor temperatura (16oC) registrada no mês de Setembro de 1995 e a maior (34,8oC) em Março de 1998, e registrada uma precipitação anual que variou de 133,5mm em 1998, a 521mm, em 2000. As plantas apresentavam-se sadias do ponto de vista fitossanitário. Concluiu-se que a quixabeira vegeta satisfatoriamente em solos argilosos, com teores elevados de Ca++, Mg ++, K+ , e matéria orgânica; baixos teores de Al +; pH levemente alcalino, e suas dimensões apresentam tamanhas menores que a literatura. 2004 artículo científico 1519-5228 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=50040107 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=500 Revista de Biologia e Ciências da Terra application/pdf Universidade Estadual da Paraíba Revista de Biologia e Ciências da Terra (Brasil) Num.1 Vol.4
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