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| Main Author: | |
|---|---|
| Format: | Artículo científico |
| Language: | pt |
| Published: |
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
2012
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=512051607005 |
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Table of Contents:
- Corpo como potência e experiência na perspectiva de crianças pequenas: diálogos possíveis entre filosofia e educação infantil Márcia Buss-Simão Filosofía corpo potência experiência Educação Infantil Filosofia da Infância O presente texto procura colocar em diálogo r eflexões do campo da Filosofia da Infância com os da Educação Infantil. Além das contribuições teóricas pretende fazer conexões com situações observadas em uma pesquisa de doutorado na qual as relações com o espaço e o tempo são entrelaçadas com as do corp o como experiência que surgem nas relações que as crianças estabelecem com seus machucados, ou como elas definem, seus ‘dodóis’. Nessas relações duas particularidades podem ser observadas: uma primeira é que as crianças percebem o corpo como uma experiênci a contextualizada com o mundo social e material, ou seja, elas não percebem seus corpos separados dos espaços. Uma segunda particularidade é que as crianças trazem a possibilidade do tempo aión como uma aproximação à experiência, uma compreensão do tempo e ntrelaçado com pessoas, espaços, lugares e ações em que evidencia também relações, emoções e encontros . Dando seqüência as reflexões o texto p retende trazer para o diálogo também situações nas quais são tema entre as crianças as expressões dos sentimentos e das emoções e ainda situações que envolvem suas excreções como as ‘melecas’ e os ‘ranhos’ trazendo uma potencialidade para se pensar as relações entre corpo, infância e educação. A partir da compreensão de uma infância como experiência, como aconteciment o que rompe com a história, pretende pensar indicações para uma infância da educação e não já apenas uma educação da infância. Essa necessidade de se pensar uma infância da educação, e não já apenas uma educação da infância parece simples, mas requer um ou tro ‘olhar’, requer ‘jogar fora’, ou pelo menos questionar, problematizar parte de nossa história para que seja possível pensar em condições de outras ordens, outros valores, enfim, outra educação. Ou seja, uma educação, em que se ‘olha’ não apenas os proc essos de desenvolvimento das crianças, mas também os seus conhecimentos, as suas produções, as suas manifestações, as suas preferências, as suas interações e particularmente as suas experiências. 2012 artículo científico 2525-5061 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=512051607005 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=5120 Childhood & Philosophy application/pdf Universidade do Estado do Rio de Janeiro Childhood & Philosophy (Brasil) Num.16 Vol.8