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Detalles Bibliográficos
Autor principal: Maria Letícia Nascimento
Formato: Artículo científico
Lenguaje:pt
Publicado: Universidade do Estado do Rio de Janeiro 2018
Materias:
Acceso en línea:https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=512054679002
https://www.redalyc.org/journal/5120/512054679002/
https://www.redalyc.org/journal/5120/512054679002/html/
https://www.redalyc.org/journal/5120/512054679002/512054679002.epub
https://www.redalyc.org/journal/5120/512054679002/movil
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Tabla de Contenidos:
  • Estudo da infância e desafios da pesquisa: estranhamento e interdependência, complexidade e interdisciplinaridade Maria Letícia Nascimento Filosofía geração Infância interdisciplinaridade Considerar as crianças sujeitos históricos e de direitos, atores sociais, produtores de cultura é resultado de uma construção social, fundamentada em pesquisas realizadas pelo campo da sociologia da infância. O reconhecimento de que crianças constroem cultura vai se configurar a partir dos estudos desenvolvidos principalmente na década de 1990, sob a ótica de sua dinâmica histórica, cultural e social (QVORTRUP, 2002). Esses estudos têm defendido que a infância seja reconhecida como grupo específico que produz e reproduz a vida social, ou seja, que as crianças são seres históricos, sociais, que estabelecem relações com outras crianças e com adultos, como pessoas que participam da sociedade, ainda que de forma limitada, e são influenciadas por eventos políticos, econômicos, culturais, tecnológicos, dentre outros. Essa concepção, contudo, tem convivido com outros paradigmas, como o paternalismo, ou com concepções que fragilizam a condição de ser criança e mantém a ideia de passividade e, assim, de subordinação ao poder dos adultos. A infância, contudo, não pode ser abordada apenas pelo que as instituições adultas esperam, mas reconhecida como grupo específico que produz e reproduz a vida social. Pesquisar a infância, assim, significa lidar com relações e conteúdos complexos, que tanto podem focalizar a interdependência entre crianças e adultos quanto evidenciar as relações de poder estabelecidas nas relações geracionais. Ainda que sejam os adultos a estudar a infância, investigá-la a partir das crianças significa não ignorar que suas ações provêm da mesma multiplicidade de fatores presentes nas relações sociais. Além disso, admitir que forças econômicas e políticas interferem em seu cotidiano, assim como estabelecem fronteiras entre diferentes grupos de meninos e meninas, desafia e define caminhos interdisciplinares de investigação. 2018 artículo científico 2525-5061 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=512054679002 https://www.redalyc.org/journal/5120/512054679002/ https://www.redalyc.org/journal/5120/512054679002/html/ https://www.redalyc.org/journal/5120/512054679002/512054679002.epub https://www.redalyc.org/journal/5120/512054679002/movil 10.12957/childphilo.2018.30537 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=5120 Childhood & Philosophy application/pdf Universidade do Estado do Rio de Janeiro Childhood & Philosophy (Brasil) Num.29 Vol.14