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Bibliographic Details
Main Author: Suzana Santos Libardi
Format: Artículo científico
Language:pt
Published: Universidade do Estado do Rio de Janeiro 2018
Subjects:
Online Access:https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=512054679010
https://www.redalyc.org/journal/5120/512054679010/
https://www.redalyc.org/journal/5120/512054679010/html/
https://www.redalyc.org/journal/5120/512054679010/512054679010.epub
https://www.redalyc.org/journal/5120/512054679010/movil
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Table of Contents:
  • Escutando os adultos sobre proteção da infância e crianças em situação de rua no brasil urbano Suzana Santos Libardi Marit Ursin Filosofía infância proteção da infância Crianças em situação de rua Resumo:Esse trabalho se localiza na área dos estudos da infância, que concebe a criança como sujeito ativo na sociedade e que é, entre outros fatores, marcado pela sua posição geracional perante outras gerações. Nessa oportunidade, refletimos sobre como são percebidas as crianças brasileiras que vivem no espaço urbano e em um contexto de adversidades muito específico: a rua. O objetivo foi conhecer de que forma os adultos percebem as crianças que estão em situação de rua, e como veem o dever de proteção da infância aplicado a essas crianças. Para isso, apresentamos os resultados de duas pesquisas qualitativas, realizadas separadamente pelas autoras, em três cidades diferentes do Brasil, das regiões Nordeste e Sudeste, contando com o total de 77 adultos. Eles participaram por meio de entrevistas individuais ou em grupo. Os registros dos trabalhos de campo foram analisados e geraram categorias que contemplam a questão de quem é a responsabilidade sobre crianças em situação de rua, e a proteção das infâncias marginalizadas. Baseado no trabalho empírico das duas pesquisas, percebemos que os adultos diferenciaram bastante as crianças em situação de rua das outras crianças que não fazem da rua a sua morada. Os participantes elegeram o Estado como o maior responsável pelas crianças em situação de rua. Para essa infância marginalizada, parte dos adultos elencou instituições estatais como as únicas responsáveis por prover algum trato às crianças em situação de rua; o qual não necessariamente se configurou como uma medida de proteção. A responsabilização e a punição foram mais evocadas pelos adultos do que a proteção. Como conclusão, vimos que os adultos não se sentiram convocados a proteger infâncias marginalizadas, por isso pensaram prioritariamente em sua própria proteção e beiraram a negligência para com essas crianças. O reconhecimento aos "pivetes" foi dado somente por vias negativas, pois a criança em situação de rua foi vista por alguns como um mal que age e sabe por que age - sendo este o único momento no qual essas crianças foram vistas de forma ativa. 2018 otro 2525-5061 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=512054679010 https://www.redalyc.org/journal/5120/512054679010/ https://www.redalyc.org/journal/5120/512054679010/html/ https://www.redalyc.org/journal/5120/512054679010/512054679010.epub https://www.redalyc.org/journal/5120/512054679010/movil 10.12957/childphilo.2018.30572 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=5120 Childhood & Philosophy application/pdf Universidade do Estado do Rio de Janeiro Childhood & Philosophy (Brasil) Num.29 Vol.14