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Bibliographic Details
Main Author: Alexandre Filordi de Carvalho
Format: Artículo científico
Language:pt
Published: Universidade do Estado do Rio de Janeiro 2016
Subjects:
Online Access:https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=512055734009
https://www.redalyc.org/journal/5120/512055734009/
https://www.redalyc.org/journal/5120/512055734009/html/
https://www.redalyc.org/journal/5120/512055734009/512055734009.epub
https://www.redalyc.org/journal/5120/512055734009/movil
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Table of Contents:
  • ANUNCIAÇÃO E INSURREIÇÃO DA DIFERENÇA SURDA: CONTRA-AÇÕES NA BIOPOLÍTICA DA EDUCAÇÃO BILÍNGUE Alexandre Filordi de Carvalho Vanessa Regina de Oliveira Martins Filosofía Biopolítica Biopolítica insurreição insurreição educação bilíngue No campo da surdez, sobretudo na visada antropológica, há uma constante luta dos movimentos surdos pela desvinculação da pessoa surda d os discursos da deficiência. Esse processo ocorre ao afirmar ser a surdez não uma condição de ineficiência corporal, mas uma relação outra do corpo surdo, conferida pela diferença linguística, efeito, exatamente, da não audição. É pela falta orgânica que se constrói a singularidade de uma experiência linguística distinta das pessoas que ouvem. Apesar de uma demanda por afirmar a surdez pelo viés da di ferença e da singularidade ainda persiste uma discursividade que indica a experiência da surdez ao corpo deficiente, pautando - se pela concepção patológica. Na sociedade atual, a norma é sem dúvida estratégia voraz para a cla ssificação, a nomeação, o agrupamento e a representação que reduz toda diferença numa base que pretende ser igualitária: ao incluir, exclui inúmeras singularidades, pois trabalha pela homogeneidade. Os surdos são alvo de captura de um saber normativo propo sto pela lógica da escola e da sociedade inclusiva, funcionando pela ação noso - política que os classifica por de cibéis, pela deficiência, pela falta de língua. Neste artigo, objetiva - se apontar os mecanismos biopolíticos de ajustes do corpo surdo sob a dem anda do padrão da escola inclusiva. Problematiza - se: qual a surdez se permite vivenciar na escola inclu siva? Há espaço para a formação - surda? Como manter a singularidade surda quando se propõe um modelo único de funcionamento? Embora a língua de sinais ten ha reconhecimento legal e uma maior visibilidade social há processos capilares de captura que diluem ou estriam os diferentes usos desta língua pelos surdos . A promoção de uma escola outra, heterotópica, sobrevive ou resiste na insurreição de novos saberes e forças surdas que reivindicam outras formas de vida. Na constante refacção dos conceitos gastos para a palavra inclusão, por exemplo, pela reconfiguração do espaço comum escolar transgredindo - o em outr os modos de funcionamento. 2016 artículo científico 2525-5061 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=512055734009 https://www.redalyc.org/journal/5120/512055734009/ https://www.redalyc.org/journal/5120/512055734009/html/ https://www.redalyc.org/journal/5120/512055734009/512055734009.epub https://www.redalyc.org/journal/5120/512055734009/movil pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=5120 Childhood & Philosophy application/pdf Universidade do Estado do Rio de Janeiro Childhood & Philosophy (Brasil) Num.24 Vol.12