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| Main Author: | |
|---|---|
| Format: | Artículo científico |
| Language: | pt |
| Published: |
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
2020
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=512062978021 https://www.redalyc.org/journal/5120/512062978021/ https://www.redalyc.org/journal/5120/512062978021/html/ https://www.redalyc.org/journal/5120/512062978021/512062978021.epub https://www.redalyc.org/journal/5120/512062978021/movil |
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| _version_ | 1866813009932845056 |
|---|---|
| author | Paula Ramos de Oliveira |
| author_facet | Paula Ramos de Oliveira |
| contents | Uma atitude epistêmica: acolher a infância Paula Ramos de Oliveira Denis Domeneghetti Badia Filosofía crianças infâncias atitude epistêmica leitura da suspeita leitura da acolhida Partindo das elaborações de Paul Ricoeur sobre o projeto fenomenológico, o texto pretende situar e problematizar a leitura da suspeita (praticada pelas hermenêuticas explicativas ou redutivas) e a leitura da acolhida (praticada pelas hermenêuticas compreensivas ou instauradoras), entendendo-as como atitudes epistêmicas que possibilitam conceber as infâncias e as crianças de modos radicalmente distintos. O caminho aqui escolhido faz uma defesa da leitura da acolhida em contraposição à leitura da suspeita, pois as hermenêuticas explicativas ou redutivas olhariam as infâncias e as crianças de um ponto de vista exterior, superior, objetivo, objetificando-as com as explicações produzidas; enquanto as hermenêuticas compreensivas ou instauradoras se colocam em relação com as infâncias e as crianças - há alguém que olha, mas que também é olhado -, numa atitude epistêmica de compreensão e de acolhida à alteridade. O outro é todo aquele que também é um outro de nós. E cada um de nós não é um bloco monolítico, linear, evolutivo, cronológico. Habitamos o mundo com complexidade, profundidade, intensidade e ambivalência. Assim, discutiremos as visões de infâncias e crianças que estas hermenêuticas instauram e apresentaremos algumas contribuições advindas de Jorge Larrosa e dos estudos antropológicos, sobretudo no âmbito da antropologia das crianças que, ao elaborarem um inventário das alternativas possíveis de existir no mundo, evidenciam a pluralidade de infâncias, bem como as diferenças nas relações estabelecidas entre adultos e crianças em diversos contextos socioculturais. 2020 artículo científico 2525-5061 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=512062978021 https://www.redalyc.org/journal/5120/512062978021/ https://www.redalyc.org/journal/5120/512062978021/html/ https://www.redalyc.org/journal/5120/512062978021/512062978021.epub https://www.redalyc.org/journal/5120/512062978021/movil 10.12957/childphilo.2020.48363 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=5120 Childhood & Philosophy application/pdf Universidade do Estado do Rio de Janeiro Childhood & Philosophy (Brasil) Vol.16 |
| format | Artículo científico |
| id | redalyc_512062978021 |
| language | pt |
| publishDate | 2020 |
| publisher | Universidade do Estado do Rio de Janeiro |
| spellingShingle | Uma atitude epistêmica: acolher a infância Paula Ramos de Oliveira Filosofía crianças infâncias atitude epistêmica leitura da suspeita leitura da acolhida Uma atitude epistêmica: acolher a infância Paula Ramos de Oliveira Denis Domeneghetti Badia Filosofía crianças infâncias atitude epistêmica leitura da suspeita leitura da acolhida Partindo das elaborações de Paul Ricoeur sobre o projeto fenomenológico, o texto pretende situar e problematizar a leitura da suspeita (praticada pelas hermenêuticas explicativas ou redutivas) e a leitura da acolhida (praticada pelas hermenêuticas compreensivas ou instauradoras), entendendo-as como atitudes epistêmicas que possibilitam conceber as infâncias e as crianças de modos radicalmente distintos. O caminho aqui escolhido faz uma defesa da leitura da acolhida em contraposição à leitura da suspeita, pois as hermenêuticas explicativas ou redutivas olhariam as infâncias e as crianças de um ponto de vista exterior, superior, objetivo, objetificando-as com as explicações produzidas; enquanto as hermenêuticas compreensivas ou instauradoras se colocam em relação com as infâncias e as crianças - há alguém que olha, mas que também é olhado -, numa atitude epistêmica de compreensão e de acolhida à alteridade. O outro é todo aquele que também é um outro de nós. E cada um de nós não é um bloco monolítico, linear, evolutivo, cronológico. Habitamos o mundo com complexidade, profundidade, intensidade e ambivalência. Assim, discutiremos as visões de infâncias e crianças que estas hermenêuticas instauram e apresentaremos algumas contribuições advindas de Jorge Larrosa e dos estudos antropológicos, sobretudo no âmbito da antropologia das crianças que, ao elaborarem um inventário das alternativas possíveis de existir no mundo, evidenciam a pluralidade de infâncias, bem como as diferenças nas relações estabelecidas entre adultos e crianças em diversos contextos socioculturais. 2020 artículo científico 2525-5061 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=512062978021 https://www.redalyc.org/journal/5120/512062978021/ https://www.redalyc.org/journal/5120/512062978021/html/ https://www.redalyc.org/journal/5120/512062978021/512062978021.epub https://www.redalyc.org/journal/5120/512062978021/movil 10.12957/childphilo.2020.48363 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=5120 Childhood & Philosophy application/pdf Universidade do Estado do Rio de Janeiro Childhood & Philosophy (Brasil) Vol.16 |
| title | Uma atitude epistêmica: acolher a infância |
| topic | Filosofía crianças infâncias atitude epistêmica leitura da suspeita leitura da acolhida |
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