(IN)FORMALIZANDO A EDUCAÇÃO MUSICAL ESCOLAR: CONSIDERAÇÕES PARA O ENSINO DE MÚSICA A PARTIR DA NECESSIDADE/VONTADE DOS ALUNOS

Fuente: Redalyc
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Autor principal: Denise Blanco Santanna Bundchen
Formato: Artículo científico
Lenguaje:pt
Publicado: Universidade Feevale 2010
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author Denise Blanco Santanna Bundchen
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contents (IN)FORMALIZANDO A EDUCAÇÃO MUSICAL ESCOLAR: CONSIDERAÇÕES PARA O ENSINO DE MÚSICA A PARTIR DA NECESSIDADE/VONTADE DOS ALUNOS Denise Blanco Santanna Bundchen Thiago Di Luca Lengua y Literatura Inclusão Diversidade Educação Musical Educação Informal Educação Musical Escolar A partir do século XX, surge, por parte de educadores musicais, a discussão acerca da finalidade e da forma como a música deve ser trabalhada dentro da escola regular. No Brasil, essa discussão culmina com o estabelecimento da música como componente curricular obrigatório em todas as etapas da educação básica, promulgado em 2008 pelo governo federal. Diante desse contexto, é feita uma reflexão acerca de uma problemática encontrada pelo seu autor como educador musical da rede privada da cidade de Porto Alegre, RS: o distanciamento do fazer musical cotidiano dos estudantes em relação à escola, mais especificamente, das aulas de música. Os educadores musicais têm encontrado dificuldades em tornar o aprendizado da música significativo para os estudantes, tendo como premissa o fato de que as construções culturais e musicais do mundo em que estão inseridos, muitas vezes, não são “alimentadas dentro da escola” (GONÇALVES, 2008, p. 177). A partir da observação de como, onde e por que os jovens aprendem música nos contextos extraescolares, são feitas considerações sobre como a educação musical escolar pode contemplar as necessidades emergenciais dos estudantes, eliminando o distanciamento entre os dois fazeres musicais: o escolar e o não escolar. O artigo é organizado em subtítulos formulados a partir dos versos da canção “Comida” (TITÃS, 1987, faixa 2), em que cada verso gera a reflexão sobre um aspecto desta proposta de “informalização” da educação musical escolar. Tal proposta parte da assunção da identidade cultural que cada educador deve fazer, passando pelo reconhecimento das características culturais do grupo com o qual se trabalha, culminando na sugestão de adoção de um currículo musical flexível, que possibilite o diálogo entre professor e alunos, favorecendo a troca de culturas e a construção coletiva do conhecimento musical. 2010 artículo científico 1807-1112 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=525552622014 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=5255 Revista Prâksis application/pdf Universidade Feevale Revista Prâksis (Brasil) Vol.1
format Artículo científico
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institution Redalyc
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publishDate 2010
publisher Universidade Feevale
spellingShingle (IN)FORMALIZANDO A EDUCAÇÃO MUSICAL ESCOLAR: CONSIDERAÇÕES PARA O ENSINO DE MÚSICA A PARTIR DA NECESSIDADE/VONTADE DOS ALUNOS
Denise Blanco Santanna Bundchen
Lengua y Literatura
Inclusão
Diversidade
Educação Musical
Educação Informal
Educação Musical Escolar
(IN)FORMALIZANDO A EDUCAÇÃO MUSICAL ESCOLAR: CONSIDERAÇÕES PARA O ENSINO DE MÚSICA A PARTIR DA NECESSIDADE/VONTADE DOS ALUNOS Denise Blanco Santanna Bundchen Thiago Di Luca Lengua y Literatura Inclusão Diversidade Educação Musical Educação Informal Educação Musical Escolar A partir do século XX, surge, por parte de educadores musicais, a discussão acerca da finalidade e da forma como a música deve ser trabalhada dentro da escola regular. No Brasil, essa discussão culmina com o estabelecimento da música como componente curricular obrigatório em todas as etapas da educação básica, promulgado em 2008 pelo governo federal. Diante desse contexto, é feita uma reflexão acerca de uma problemática encontrada pelo seu autor como educador musical da rede privada da cidade de Porto Alegre, RS: o distanciamento do fazer musical cotidiano dos estudantes em relação à escola, mais especificamente, das aulas de música. Os educadores musicais têm encontrado dificuldades em tornar o aprendizado da música significativo para os estudantes, tendo como premissa o fato de que as construções culturais e musicais do mundo em que estão inseridos, muitas vezes, não são “alimentadas dentro da escola” (GONÇALVES, 2008, p. 177). A partir da observação de como, onde e por que os jovens aprendem música nos contextos extraescolares, são feitas considerações sobre como a educação musical escolar pode contemplar as necessidades emergenciais dos estudantes, eliminando o distanciamento entre os dois fazeres musicais: o escolar e o não escolar. O artigo é organizado em subtítulos formulados a partir dos versos da canção “Comida” (TITÃS, 1987, faixa 2), em que cada verso gera a reflexão sobre um aspecto desta proposta de “informalização” da educação musical escolar. Tal proposta parte da assunção da identidade cultural que cada educador deve fazer, passando pelo reconhecimento das características culturais do grupo com o qual se trabalha, culminando na sugestão de adoção de um currículo musical flexível, que possibilite o diálogo entre professor e alunos, favorecendo a troca de culturas e a construção coletiva do conhecimento musical. 2010 artículo científico 1807-1112 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=525552622014 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=5255 Revista Prâksis application/pdf Universidade Feevale Revista Prâksis (Brasil) Vol.1
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