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|---|---|
| Format: | Artículo científico |
| Language: | pt |
| Published: |
Universidade Feevale
2018
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=525557182007 |
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Table of Contents:
- O FETICHE DOS QUEPES SEBASTIANISTAS Ricardo Araújo Barberena Lengua y Literatura Ditadura Identidade Poesia do pensamento Literatura contemporânea No limiar entre a filosofia e a poesia, existe uma territorialidade híbrida na qual se operam intercâmbios analógicos e ficções epistemológicas. E é justamente nessa área de contágio que se encontra a escritura de Teixeira Coelho, em História natural da ditadura. Através de uma narrativa filosófica. Ou seria uma filosofia narrativizada? Afinal, como bem ressalta Sartre, em toda filosofia há uma “prosa literária escondida”. No íntimo da filosofia, aloja-se a eterna tentação do poético, quer nos congratulemos com o fato, quer o deploremos. Esse inquietante texto contemporâneo de Teixeira Coelho transita por uma espacialidade em paralaxe no tocante aos diferentes sistemas de opressão e violência. Ao visitar o não-monumento a Walter Benjamin, a obra de León Ferrari ou os cárceres da ditadura brasileira, a obra propõe uma pungente reflexão fragmentada por estilhaços memorialísticos e por epifanias líricas. Como relâmpagos de poesia, a escritura filosófico-poética de Teixeira Coelho tece uma simultaneidade de sentidos: a ditadura como estado natural, a natureza da ditadura, a inacabada e constante crônica da depravação e cumplicidade com a repressão. 2018 artículo científico 1807-1112 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=525557182007 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=5255 Revista Prâksis application/pdf Universidade Feevale Revista Prâksis (Brasil) Vol.2