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| Autor principal: | |
|---|---|
| Formato: | Artículo científico |
| Lenguaje: | pt |
| Publicado: |
Universidade de Fortaleza
2018
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=527557992010 https://www.redalyc.org/journal/5275/527557992010/ https://www.redalyc.org/journal/5275/527557992010/html/ https://www.redalyc.org/journal/5275/527557992010/527557992010.epub https://www.redalyc.org/journal/5275/527557992010/movil https://doi.org/10.5020/23590777.rs.v18i1.6975 |
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Tabla de Contenidos:
- Institucionalização da Graduação em Psicologia Maria de Fatima Pereira Alberto José Rangel de Paiva Neto Sérgio Rodrigues de Santana Pablo de Sousa Seixas Psicología criação do curso História da psicologia institucionalização da psicologia O objetivo deste artigo é analisar a história da institucionalização da Psicologia na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), considerando o contexto em que estava situado. Para tanto, foi necessário compreender o processo de criação do curso, ou seja, seu contexto histórico-cultural, a demanda, os sujeitos sociais e os formatos teóricos e metodológicos que assume. Fez-se uso de documentos do acervo da instituição e de 13 entrevistas com professores do Departamento de Psicologia ativos e aposentados que participaram do processo de institucionalização ou dos anos iniciais do curso de graduação. Os dados revelam três influências na institucionalização: a demanda inicial e o contexto histórico, o corpo docente e suas características, e o formato teórico-metodológico. A demanda inicial e o contexto histórico destacam o processo de “modernização” da cidade de João Pessoa, a necessidade acadêmica de caráter produtivista da Psicologia enquanto ciência e um espaço mercadológico. O contexto de implantação do curso de Psicologia da UFPB se dá entre o segundo e o terceiro período da ditadura civil-militar no Brasil, momento da expansão universitária da UFPB, que permitiu aprovação do curso e contratação de diversos professores vindos de dentro e de fora do estado que, alinhados à Psicologia nacional e internacional, reproduzem o modelo hegemônico, de cunho elitista, que não fazia frente ao momento vivenciado, de restrição de direitos. Tais aspectos, segundo os atores sociais da época, têm rebatimento direto na orientação teórico-metodológica dos primeiros professores, divididos entre dois grupos: um mais alinhado a um modelo hegemônico, positivista e privativo; e outro, a um modelo mais coletivo e comunitário, com características contra-hegemônicas. O modelo de curso e formação da Psicologia na UFPB acaba centralizando a produção de conhecimento e estabelecendo o modelo formativo a ser adotado na região. 2018 artículo científico 2359-0777 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=527557992010 https://www.redalyc.org/journal/5275/527557992010/ https://www.redalyc.org/journal/5275/527557992010/html/ https://www.redalyc.org/journal/5275/527557992010/527557992010.epub https://www.redalyc.org/journal/5275/527557992010/movil https://doi.org/10.5020/23590777.rs.v18i1.6975 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=5275 Revista Subjetividades application/pdf Universidade de Fortaleza Revista Subjetividades (Brasil) Num.1 Vol.18