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| Autor principal: | |
|---|---|
| Formato: | Artículo científico |
| Lenguaje: | pt |
| Publicado: |
Universidade de Fortaleza
2015
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=527568869010 |
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Tabla de Contenidos:
- Drogas, biopolítica e subjetividade: interfaces entre psicanálise e genealogia Raul Max Leonardo Danziato Psicología discurso Biopolítica psicanálise toxicomania subjetividade Nos tempos antigos, o consumo de drogas consistia numa prática cultural marcada por prédicas dietéticas. Contudo, na Época Moderna, as drogas tornaram-se objeto do capitalismo mercantilista e, em seguida, sua produção foi inovada e ampliada a partir das operações técnicas e científicas no século XIX. No século XX, o controle biopolítico sobre os psicoativos levou à medicalização e criminalização de seu consumo. Neste artigo, objetivamos analisar os efeitos subjetivos da biopolítica das drogas. Buscaremos uma aproximação da teoria lacaniana dos discursos com a genealogia foucaultiana. Constatamos que a produção subjetiva do toxicômano foi contemporânea à produção do homo oeconomicus, representando o seu avesso. A categoria toxicômano constituiu-se na fronteira entre a Medicina e o Direito, legitimando intervenções policiais e higienistas próprias do "Estado de exceção". Concluímos que a capitalização e a fabricação tecnocientífica das drogas e seu agenciamento biopolítico estão em função do dispositivo de gozo próprio da pós-modernidade. 2015 artículo científico 2359-0777 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=527568869010 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=5275 Revista Subjetividades application/pdf Universidade de Fortaleza Revista Subjetividades (Brasil) Num.3 Vol.15