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Bibliographic Details
Main Author: Luiz Victor Pittella Siqueira
Format: Artículo científico
Language:pt
Published: Universidade de Santa Cruz do Sul 2015
Subjects:
Online Access:https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=552056814012
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Table of Contents:
  • PERSPECTIVAS DA ECONOMIA SOLIDÁRIA EM MICRORREGIÕES DO OESTE CATARINENSE Luiz Victor Pittella Siqueira Dunia Comerlatto Jesica Mai Estudios Territoriales produtiva Inclusão sócio Economia solidária Gestão de Empreendimentos Solidários Como campo de trabalho, a Economia Solidária é alternativa diferenciada para construir possibilidades de geração de renda e inclusão sócio-produtiva. Projetam-se os empreendimentos econômicos solidários como capazes de gerar desenvolvimento com maior valorização do ser humano e do meio ambiente. Este artigo traz uma discussão sobre Economia Solidária no oeste catarinense, com o objetivo de compreender as perspectivas das suas ações, considerando as características de gestão, instituições apoiadoras e desafios políticos operacionais. Apoia-se no método misto de pesquisa, uma vez que permite recortar e mesclar dados de caráter quantitativo e qualitativo, proporcionando maior legitimidade e aperfeiçoamento na compreensão das categorias e variáveis que se expressam em torno do objeto estudado. Utilizou-se da pesquisa de campo na abrangência das microrregiões da Associação dos Municípios do Extremo Oeste de Santa Catarina-Ameosc e Associação dos Municípios do Oeste de Santa Catarina-Amosc. Na Ameosc foram pesquisados Empreendimentos Econômicos Solidários-EES e instituições apoiadoras de suas ações e na Amosc, apenas essas instituições. Para a pesquisa de campo, com os sujeitos selecionados (representantes dos empreendimentos e lideranças), utilizou-se da aplicação de formulário e realização de entrevistas. A partir dos dados coletados sob a formalização jurídica, destaca-se a forma de associação, como a mais usual entre os empreendimentos nas duas microrregiões. Entre as atividades produtivas dos empreendimentos, destaca-se a produção de alimentos e de artesanatos. O modo autogestionário adotado nos empreendimentos pesquisados tem propiciado, em especial, a integração entre sócios e a geração complementar de renda. Não obstante, há dificuldades a serem superadas: baixa escolaridade dos trabalhadores; diversificação e diferenciação dos produtos; e, pouco envolvimento dos associados na gestão do empreendimento. Além disso, a dinâmica de gestão dos EES também possui dificuldades político-operacionais a serem superadas: limitada abrangência comercial e participação em redes; formalização jurídica adequada para ampliar possibilidades comerciais e de investimentos. As instituições de apoio aos empreendimentos solidários são diversas no âmbito da esfera governamental e não governamental, proporcionando acessos à infraestrutura e orientações técnico-gerenciais e de qualificação profissional e política. Os EES, como unidades de trabalho sócio-produtivo, são capazes de gerar processos de participação, auto-gestão e de desenvolvimento regional mais igualitário e sustentável. 2015 artículo científico 1414-7106 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=552056814012 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=5520 Redes. Revista do Desenvolvimento Regional application/pdf Universidade de Santa Cruz do Sul Redes. Revista do Desenvolvimento Regional (Brasil) Num.3 Vol.20