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| Autor principal: | |
|---|---|
| Formato: | Artículo científico |
| Lenguaje: | pt |
| Publicado: |
Universidade de Santa Cruz do Sul
2008
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=552056854010 |
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Tabla de Contenidos:
- Fecundidade no Rio Grande do Sul entre 1946 e 1960: uma análise utilizando o método dos filhos próprios Ana Paula de Andrade Verona Joseph E. Potter Estudios Territoriales Fecundidade Microrregião Rio Grande do Sul Método dos Filhos Próprios Utilizando o Método dos Filhos Próprios e dados do Censo Brasileiro de 1960, o objetivo deste artigo é examinar o início do declínio da fecundidade no Brasil a partir do cálculo das Taxas de Fecundidade Total (TFT) entre 1946 e 1960. Uma contribuição deste trabalho é o uso de microrregiões do Rio Grande do Sul como unidade de análise, o que permite considerar diferenciais demográficos e socioeconômicos dentro do estado. O Rio Grande do Sul foi escolhido porque foi um dos pioneiros no declínio da fecundidade no Brasil. Os resultados mostram que embora a fecundidade varie substancialmente por microrregião, existia uma concentração de altas TFT em microrregiões no norte do estado, e de baixas TFT no sul (particularmente em duas microrregiões que fazem divisa com o Uruguai) e nas microrregiões de Porto Alegre e Santa Cruz do Sul. Os resultados evidenciam que a fecundidade já era baixa na microrregião de Porto Alegre entre 1946 e 1960, declinando de 3,6 para 3,2 entre 1946-1950 e 1956-1960. Estes valores já eram inferiores aos da TFT da cidade do Rio de Janeiro em 1964 (CELADE/CSFC, 1972). Algumas explicações sugeridas para a precoce diminuição da fecundidade na microrregião de Porto Alegre são baseadas na alta proporção de mulheres solteiras, com maior escolaridade e participação no mercado de trabalho, e a baixa mortalidade infanto-juvenil, observadas em 1960. Contudo, nossos achados fornecem evidências de que a microrregião de Porto Alegre não foi capaz de difundir para o restante do estado o seu comportamento reprodutivo diferenciado, e assim o declínio da fecundidade, pelo menos até 1955. 2008 artículo científico 1414-7106 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=552056854010 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=5520 Redes. Revista do Desenvolvimento Regional application/pdf Universidade de Santa Cruz do Sul Redes. Revista do Desenvolvimento Regional (Brasil) Num.2 Vol.13