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Bibliographic Details
Main Author: Elaine Judite de Amorim Carvalho
Format: Artículo científico
Language:pt
Published: Universidade de Santa Cruz do Sul 2012
Subjects:
Online Access:https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=570464025007
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Table of Contents:
  • Avaliação dos aspectos físico e organizacional da Unidade de Saúde da Família da comunidade de Vila São Miguel – Afogados – Recife/PE Elaine Judite de Amorim Carvalho Geane Nário de Souza Hellencléia Pereira Cunha Lucineide Cristina Barbosa Raissa Pires Morais Rafaela Valadares Amorim Vera Lúcia Ramos da Silva Sheila Amarantes do Nascimento Jacira Maria da Conceição Salud Avaliação Saúde da família Serviços de Saúde Justificativa e Objetivos: Existem diversas razões pelas quais a estratégia de saúde da família não contempla as necessidades da comunidade, assim como também há fatores que infl uenciam na baixa qualidade dos serviços ofertados. O objetivo desse trabalho foi estabelecer o diagnóstico da comunidade e da Unidade de Saúde da Família (USF) de Vila São Miguel – Afogados – Recife / PE, no que diz respeito à prestação do serviço de saúde. Método: Trata-se de um estudo descritivo quantitativo. Foram aplicados dois questionários, sendo o primeiro direcionado a seis profi ssionais de saúde da unidade e o segundo, a 150 usuários da unidade de saúde. Resultados: Na análise dos dados referentes aos profi ssionais de saúde, verifi cou-se que no que diz respeito à infraestrutura e à organização do trabalho, a USF correspondeu a menos de 50% do que é estabelecido como adequado, mas na atenção à saúde, a equipe apresentou excelente desempenho (70%). Com o segundo questionário, verifi cou-se quanto ao perfi l de usuário que 82,24% moram na comunidade há mais de 10 anos e 33,56% frequentam a USF mensalmente. Quanto à capacidade da USF em receber portadores de defi ciências, 81,45% responderam que a unidade não apresenta infraestrutura física necessária; 82,55% disseram não participar de atividade educativa da USF e 66% afi rmaram que nunca solicitaram visita de algum profi ssional da equipe. Quanto às consultas, 51% relatou conseguir marcá-las mensalmente para o médico, 27,9% para enfermagem e 16,55% para dentista; 42,95% relataram nunca precisar realizar exame ginecológico, de sangue, urina ou fezes na USF. Conclusão: A USF foi bem avaliada na maioria dos itens, tendo o ponto mais crítico refere-se a questão da acessibilidade aos portadores de defi ciências. 2012 artículo científico 2238-3360 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=570464025007 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=5704 Revista de Epidemiologia e Controle de Infecção application/pdf Universidade de Santa Cruz do Sul Revista de Epidemiologia e Controle de Infecção (Brasil) Num.3 Vol.2