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| Main Author: | |
|---|---|
| Format: | Artículo científico |
| Language: | pt |
| Published: |
Fundação Oswaldo Cruz
2019
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=570566202004 https://www.redalyc.org/journal/5705/570566202004/ https://www.redalyc.org/journal/5705/570566202004/html/ https://www.redalyc.org/journal/5705/570566202004/570566202004.epub https://www.redalyc.org/journal/5705/570566202004/movil |
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Table of Contents:
- Análise descritiva das notificações de eventos adversos de produtos cosméticos registradas no Notivisa, no período de 2006 a 2018 Ana Paula Coelho Penna Teixeira Andreia Carla Novais de Almeida Danilo Feitoza Melo Leonardo Oliveira Leitão Luis Henrique Calazans Silva Multidisciplinaria (Ciencias Naturales y Exactas) Brasil Cosméticos Efeitos Adversos Cosmetovigilância Vigilância Sanitária Introdução A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) define a cosmetovigilância como o conjunto de medidas que permite avaliar o risco de ocorrência de eventos indesejáveis atribuídos à utilização de produtos cosméticos, contemplando a captação dos eventos adversos (EA). A partir do ano de 2006 a Anvisa passou a receber as notificações de EA envolvendo produtos cosméticos, com a implementação do Sistema de Notificação para a Vigilância Sanitária (Notivisa).Objetivo Este estudo analisou as notificações dos EA relacionados ao uso de produtos cosméticos, registradas no Notivisa, no período de 2006 a 2018.Método Trata-se de um estudo quantitativo, descritivo e retrospectivo, cujo banco de dados foi extraído do sistema Notivisa, em âmbito nacional, no período de novembro de 2006 até dezembro de 2018.Resultados Foram identificados 367 EA envolvendo produtos cosméticos com uma média de 31 notificações por ano. Os relatos dos EA foram provenientes, principalmente, das regiões Sudeste (48,1%; 176) e Sul (25,1%; 92) do país, com predominância do sexo feminino (66,2%; 243). Observou-se que o cidadão é quem mais notifica EA (58,0%; 213) relacionados a produtos cosméticos, com maior queixa sobre: fraldas infantis e geriátricas (15,0%; 26), cremes facial/corporal (14,1%; 24), alisantes capilares (17,8%; 35) e protetores solares (14,8%; 29). Os EA mais frequentes foram: irritação (46,0%; 17), alergia (30,5%; 11) e ardor (30,5%; 11). Os eventos relatados são, em sua maioria, realizados por cidadãos do sexo feminino e oriundos das regiões mais ricas do país, atribuídos a produtos de uso diário e caracterizados pela presença de irritação, alergia e ardor.Conclusões Tais resultados demonstraram a necessidade de aperfeiçoamento do Sistema de Cosmetovigilância da Anvisa, com definição de estratégias para adesão às notificações de EA, bem como, a adoção de um método de avaliação de causalidade adequado às especificidades de produtos cosméticos. 2019 artículo científico 2317-269X https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=570566202004 https://www.redalyc.org/journal/5705/570566202004/ https://www.redalyc.org/journal/5705/570566202004/html/ https://www.redalyc.org/journal/5705/570566202004/570566202004.epub https://www.redalyc.org/journal/5705/570566202004/movil 10.22239/2317-269X.01384 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=5705 Vigilância Sanitária em Debate: Sociedade, Ciência & Tecnologia application/pdf Fundação Oswaldo Cruz Vigilância Sanitária em Debate: Sociedade, Ciência & Tecnologia (Brasil) Num.4 Vol.7