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Bibliographic Details
Main Author: Thiago Henrique Evangelista Alves
Format: Artículo científico
Language:pt
Published: Fundação Oswaldo Cruz 2020
Subjects:
Online Access:https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=570566811012
https://www.redalyc.org/journal/5705/570566811012/
https://www.redalyc.org/journal/5705/570566811012/html/
https://www.redalyc.org/journal/5705/570566811012/570566811012.epub
https://www.redalyc.org/journal/5705/570566811012/movil
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Table of Contents:
  • Análise de óbitos domiciliares e hospitalares por causas respiratórias e cardiovasculares durante a pandemia da COVID-19 em Minas Gerais Thiago Henrique Evangelista Alves Tafarel Andrade de Souza Samyla de Almeida Silva Nayani Alves Ramos Stefan Vilges de Oliveira Multidisciplinaria (Ciencias Naturales y Exactas) Mortes Pandemia Coronavírus Minas Gerais Doenças Cardíacas Introdução A pandemia pela COVID-19 em Minas Gerais acarretou a diminuição da procura por atendimentos médicos, como consultas ambulatoriais, exames e cirurgias eletivas, como uma das estratégias de contingência. Objetivo Analisar as mortes por causas respiratórias e cardiovasculares durante o primeiro semestre de 2020 ocorridas em domicílios e em hospitais de Minas Gerais.Método As causas de óbitos foram analisadas por meio dos dados do Portal da Transparência do Registro Civil nas semanas epidemiológicas 1 a 23.Resultados Constatou-se que, comparativamente ao mesmo período de 2019, houve acréscimo nas mortes domiciliares por pneumonia (17,59%), insuficiência respiratória (20,65%), síndrome respiratória aguda grave (20,69%), sepse (31,91%), infarto agudo do miocárdio (15,56%), acidente vascular cerebral (18,29%) e por outras causas cardiovasculares (18,44%) em 2020. Já em relação aos óbitos hospitalares, constatou-se redução das mortes por pneumonia (6,08%), por insuficiência respiratória (3,59%) e por sepse (2,21%), apesar do incremento de 338,30% por síndrome respiratória aguda grave. Além disso, encontrou-se decréscimo de 3,02% dos óbitos por acidente vascular cerebral e crescimento de 3,41% por infarto agudo do miocárdio e de 2,93% para outras causas cardiovasculares. Em relação à faixa etária e ao sexo, independentemente do local do óbito, predominaram homens com idade entre 75 e 80 anos.Conclusões Acredita-se que parte desses óbitos esteja relacionada com a reestruturação da dinâmica de atendimento hospitalar associado ao medo de procurar assistência e se infectar pelo novo coronavírus. Conclui-se que houve aumento de mortes domiciliares e redução das mortes hospitalares em 2020 por causas respiratórias e cardiovasculares em meio ao contexto da pandemia. 2020 artículo científico 2317-269X https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=570566811012 https://www.redalyc.org/journal/5705/570566811012/ https://www.redalyc.org/journal/5705/570566811012/html/ https://www.redalyc.org/journal/5705/570566811012/570566811012.epub https://www.redalyc.org/journal/5705/570566811012/movil 10.22239/2317-269X.01726 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=5705 Vigilância Sanitária em Debate: Sociedade, Ciência & Tecnologia application/pdf Fundação Oswaldo Cruz Vigilância Sanitária em Debate: Sociedade, Ciência & Tecnologia (Brasil) Num.3 Vol.8