BREVE PANORAMA HISTÓRICO DO MOVIMENTO DOS ATINGIDOS POR BARRAGENS (MAB) NA BACIA DO RIO URUGUAI E O CONFLITO DA FUTURA USINA HIDRELÉTRICA EM ITAPIRANGA (SC)
Fuente:
Redalyc
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| Autor principal: | |
|---|---|
| Formato: | Artículo científico |
| Lenguaje: | pt |
| Publicado: |
Universidade Comunitária da Região de Chapecó
2017
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| Materias: | |
| Acceso en línea: | |
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|---|---|
| author | Humberto José Da Rocha |
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| contents | BREVE PANORAMA HISTÓRICO DO MOVIMENTO DOS ATINGIDOS POR BARRAGENS (MAB) NA BACIA DO RIO URUGUAI E O CONFLITO DA FUTURA USINA HIDRELÉTRICA EM ITAPIRANGA (SC) Humberto José Da Rocha Leonardo André Felipe Carneiro Nunes Multidisciplinarias (Ciencias Sociales) MAB Rio Uruguai UHE Itapiranga Conflito Social Oportunidade Política O Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) possui parte de suas raízes na bacia do rio Uruguai. Devido à proximidade do Sudeste brasileiro e à geografia do rio, os estudos realizados no rio Uruguai na década de 1960 constataram que a bacia do rio Uruguai era bastante apropriada para a expansão do setor hidrelétrico. O processo social correspondente à hidreletricidade no Brasil é caracterizado por paradoxos como o de um desenvolvimento econômico marcado pela expansão do parque gerador, que, predominando a matriz hidrelétrica, contrasta com a inundação de milhares de quilômetros de terra onde vivem comunidades locais que foram remanejadas compulsoriamente. A organização dos atingidos por barragens tem seus primeiros passos datados ainda no final da década de 1970, durante a ditadura militar. É no contexto da luta da retomada dos direitos civis e políticos que várias organizações e lutas sociais emergem. Os estudos técnicos e socioambientais, bem como os conflitos políticos e sociais que envolvem a construção da barragem de Itapiranga já ocorrem há mais de três décadas. O desgaste promovido por este impasse fica bastante evidente diante dos relatos de todos os atores envolvidos. A metodologia utilizada neste trabalho compreende a revisão bibliográfica de produções acadêmicas sobre a construção de UHEs na bacia do rio Uruguai e sobre o MAB. Utilizamos, também, a observação participante em eventos organizados pelo movimento. Interpretamos os textos documentais e os debates que aconteceram durante eventos e atividades do MAB a partir da metodologia de análise de conteúdo, segundo Chizzotti (1995) e Moraes (1998). 2017 artículo científico 2175-0157 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=572967132012 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=5729 Grifos application/pdf Universidade Comunitária da Região de Chapecó Grifos (Brasil) Num.42 Vol.26 |
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