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| Main Author: | |
|---|---|
| Format: | Artículo científico |
| Language: | pt |
| Published: |
Universidade de Brasília
2016
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=586162796009 https://www.redalyc.org/journal/5861/586162796009/ https://www.redalyc.org/journal/5861/586162796009/html/ https://www.redalyc.org/journal/5861/586162796009/586162796009.epub https://www.redalyc.org/journal/5861/586162796009/movil |
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Table of Contents:
- A alma‑camaleão e sua plasticidade: dualismos platônicos no Fédon Gabriele Cornelli Filosofía Alma Fédon Platão Argumento da Afinidade Este paper tem como objetivo analisar o problema dos graus de separacao do corpo e da alma no Fédon de Platao, em busca tanto de seus pressupostos ontologicos como de suas consequencias epistemologicas. Apesar deste dialogo ser normalmente abordado como pedra miliar literaria e filosofica para todos os dualismos psico‑ fisicos da historia de nosso pensamento, entendo que e possivel distinguir dois sentidos fundamentais, duas maneiras diferentes de pensar esta separacao. O primeiro sentido indicaria uma separacao intencional, isto e, undamentalmente dependente do que o filósofo pensa ou com aquilo do qual o filósofo se procurar curar: o filósofo, como tal, se curaria da alma, mas não se curaria do corpo. Uma segunda maneira de pensar esta separação entre corpo e alma é aquela que privilegia a ideia de uma separação ontológica segundo a qual a alma seria, a tal ponto independente do corpo, que po- deria sobreviver após a morte deste. Apesar do sucesso que am- bas as abordagens tiveram ao longo da história do platonismo até nossos dias, a duplicidade dos sentidos expressos contém contudo, em si, uma irrevogável ambiguidade e tensão. o ob- jetivo deste paper é o de propor uma solução diferente para a referida ambiguidade. A nossa proposta tem como ponto de partida, a consideração ontológica dos graus de plasticidade da alma, que Bostock (1986, p.119 @ Phd. 79c), em seu comentário ao diálogo, chama ‘traços camaleônicos da alma’, isto é, como se a alma pudesse assumir feições corpóreas para conhecer a realidade sensível. A separação entre corpo e alma, antes do que pressuposto ontológico, parece precisar de um esforços perma- nente do indivíduo, tanto em sentido epistemológico como em sentido ético. 2016 artículo científico 1984-249X https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=586162796009 https://www.redalyc.org/journal/5861/586162796009/ https://www.redalyc.org/journal/5861/586162796009/html/ https://www.redalyc.org/journal/5861/586162796009/586162796009.epub https://www.redalyc.org/journal/5861/586162796009/movil pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=5861 Revista Archai application/pdf Universidade de Brasília Revista Archai (Brasil) Num.16