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Main Author: Maria Celma Borges
Format: Artículo científico
Language:pt
Published: Universidade Federal da Grande Dourados 2009
Subjects:
Online Access:https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=588265667010
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author Maria Celma Borges
author_facet Maria Celma Borges
contents IDENTIDADE, ALTERIDADE E MEMÓRIA NA LUTA PELA TERRA E PARA NELA PERMANECER: UMA ANÁLISE DO GRUPO DOS NOVE NO PONTAL DO PARANAPANEMA-SP Maria Celma Borges Historia Terra História Identidade Considerado o significado da terra, seja na luta para conquistá- -la, seja para nela permanecer, busco na memória dos sujeitos o substrato para a compreensão de sua identidade como camponeses. Retorno ao sentido da terra, compreendendo-a como evidência da diversidade, mas também da semelhança, possibilitando entender que as ações da militância e da direção do Movimento Sem Terra, ao se voltarem para o desejo da “transformação social”, não são díspares dos desejos que grande parte dos assentados traz consigo, ou seja, a conquista da “terra de trabalho”. Objetividades e subjetividades sinalizam para as potencialidades do indivíduo e do coletivo interrelacionados nas lutas camponesas. Parte dessas questões está presente na discussão do grupo das nove famílias assentadas na gleba XV de Novembro, as quais são objetos da análise deste texto. 2009 artículo científico 2175-0742 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=588265667010 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=5882 Fronteiras: Revista de História application/pdf Universidade Federal da Grande Dourados Fronteiras: Revista de História (Brasil) Num.19 Vol.11
format Artículo científico
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language pt
publishDate 2009
publisher Universidade Federal da Grande Dourados
spellingShingle IDENTIDADE, ALTERIDADE E MEMÓRIA NA LUTA PELA TERRA E PARA NELA PERMANECER: UMA ANÁLISE DO GRUPO DOS NOVE NO PONTAL DO PARANAPANEMA-SP
Maria Celma Borges
Historia
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IDENTIDADE, ALTERIDADE E MEMÓRIA NA LUTA PELA TERRA E PARA NELA PERMANECER: UMA ANÁLISE DO GRUPO DOS NOVE NO PONTAL DO PARANAPANEMA-SP Maria Celma Borges Historia Terra História Identidade Considerado o significado da terra, seja na luta para conquistá- -la, seja para nela permanecer, busco na memória dos sujeitos o substrato para a compreensão de sua identidade como camponeses. Retorno ao sentido da terra, compreendendo-a como evidência da diversidade, mas também da semelhança, possibilitando entender que as ações da militância e da direção do Movimento Sem Terra, ao se voltarem para o desejo da “transformação social”, não são díspares dos desejos que grande parte dos assentados traz consigo, ou seja, a conquista da “terra de trabalho”. Objetividades e subjetividades sinalizam para as potencialidades do indivíduo e do coletivo interrelacionados nas lutas camponesas. Parte dessas questões está presente na discussão do grupo das nove famílias assentadas na gleba XV de Novembro, as quais são objetos da análise deste texto. 2009 artículo científico 2175-0742 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=588265667010 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=5882 Fronteiras: Revista de História application/pdf Universidade Federal da Grande Dourados Fronteiras: Revista de História (Brasil) Num.19 Vol.11
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