O agente comunitário de saúde e o antropólogo: o caminho etnográfico no SUS da “ponta”

Fuente: Redalyc
Guardado en:
Detalles Bibliográficos
Autor principal: Otávio Fabrício Lemos Corrêa Maia
Formato: Artículo científico
Lenguaje:pt
Publicado: Universidade de Brasília 2023
Materias:
Acceso en línea:
Etiquetas: Agregar Etiqueta
Sin Etiquetas, Sea el primero en etiquetar este registro!
_version_ 1876480158479679488
author Otávio Fabrício Lemos Corrêa Maia
author_facet Otávio Fabrício Lemos Corrêa Maia
contents O agente comunitário de saúde e o antropólogo: o caminho etnográfico no SUS da “ponta” Otávio Fabrício Lemos Corrêa Maia Antropología SUS Memória Pandemia Antropólogo Agente Comunitário de Saúde No presente artigo, apresento a descrição do SUS vivido no bairro Parque das Torres, localizado no município de Juiz de Fora, Minas Gerais. Tenho como foco analisar o SUS “da ponta”, as decorrências de modosde gestão no fazer cotidiano em uma Unidade Básica de Saúde. A discussão apresentada no artigo fundamenta-se na etnografia da pesquisa do curso de doutorado, em andamento, realizado no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade de São Paulo, em que estudo a área de tensão entre o SUS legislado e o SUS vividono contexto da pandemia de Covid-19. Nesta pesquisa, tenho acompanhado a rotina de funcionamento da Secretaria de Saúde de Juiz de Fora, entrevistando gestores de saúde e investigando usuários e profissionais de saúde que vivenciam o SUS “da ponta”. A partir da experiência que tive como agente comunitário de saúde, entre 2003 e 2009, no bairro Parque das Torres, lanço mão de um duplo posicionamento e uma dupla temporalidade, ora falando do lugar de pesquisador, ora recorrendo a memórias do trabalho de agente comunitário de saúde.Para isso, recorro às discussões de Michel de Certeau, Michael Herzfeld e Didier Fassin, cujas reflexões estão relacionadas ao tema em questão, devendo, assim, fundamentar a dimensão teórica deste trabalho. 2023 artículo científico 2357-738X https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=599874671007 https://www.redalyc.org/journal/5998/599874671007/ https://www.redalyc.org/journal/5998/599874671007/html/ https://www.redalyc.org/journal/5998/599874671007/599874671007.epub https://www.redalyc.org/journal/5998/599874671007/movil https://doi.org/10.4000/aa.11448 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=5998 Anuário Antropológico application/pdf Universidade de Brasília Anuário Antropológico (Brasil) Num.3 Vol.48
format Artículo científico
id redalyc_599874671007
institution Redalyc
language pt
publishDate 2023
publisher Universidade de Brasília
spellingShingle O agente comunitário de saúde e o antropólogo: o caminho etnográfico no SUS da “ponta”
Otávio Fabrício Lemos Corrêa Maia
Antropología
SUS
Memória
Pandemia
Antropólogo
Agente Comunitário de Saúde
O agente comunitário de saúde e o antropólogo: o caminho etnográfico no SUS da “ponta” Otávio Fabrício Lemos Corrêa Maia Antropología SUS Memória Pandemia Antropólogo Agente Comunitário de Saúde No presente artigo, apresento a descrição do SUS vivido no bairro Parque das Torres, localizado no município de Juiz de Fora, Minas Gerais. Tenho como foco analisar o SUS “da ponta”, as decorrências de modosde gestão no fazer cotidiano em uma Unidade Básica de Saúde. A discussão apresentada no artigo fundamenta-se na etnografia da pesquisa do curso de doutorado, em andamento, realizado no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade de São Paulo, em que estudo a área de tensão entre o SUS legislado e o SUS vividono contexto da pandemia de Covid-19. Nesta pesquisa, tenho acompanhado a rotina de funcionamento da Secretaria de Saúde de Juiz de Fora, entrevistando gestores de saúde e investigando usuários e profissionais de saúde que vivenciam o SUS “da ponta”. A partir da experiência que tive como agente comunitário de saúde, entre 2003 e 2009, no bairro Parque das Torres, lanço mão de um duplo posicionamento e uma dupla temporalidade, ora falando do lugar de pesquisador, ora recorrendo a memórias do trabalho de agente comunitário de saúde.Para isso, recorro às discussões de Michel de Certeau, Michael Herzfeld e Didier Fassin, cujas reflexões estão relacionadas ao tema em questão, devendo, assim, fundamentar a dimensão teórica deste trabalho. 2023 artículo científico 2357-738X https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=599874671007 https://www.redalyc.org/journal/5998/599874671007/ https://www.redalyc.org/journal/5998/599874671007/html/ https://www.redalyc.org/journal/5998/599874671007/599874671007.epub https://www.redalyc.org/journal/5998/599874671007/movil https://doi.org/10.4000/aa.11448 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=5998 Anuário Antropológico application/pdf Universidade de Brasília Anuário Antropológico (Brasil) Num.3 Vol.48
title O agente comunitário de saúde e o antropólogo: o caminho etnográfico no SUS da “ponta”
topic Antropología
SUS
Memória
Pandemia
Antropólogo
Agente Comunitário de Saúde
url https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=599874671007
https://www.redalyc.org/journal/5998/599874671007/
https://www.redalyc.org/journal/5998/599874671007/html/
https://www.redalyc.org/journal/5998/599874671007/599874671007.epub
https://www.redalyc.org/journal/5998/599874671007/movil
https://doi.org/10.4000/aa.11448