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Auteur principal: Fabio Pezzi Parode
Format: Artículo científico
Langue:pt
Publié: Universidade Estadual de Ponta Grossa 2023
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Accès en ligne:https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=631775209002
https://www.redalyc.org/journal/6317/631775209002/
https://www.redalyc.org/journal/6317/631775209002/html/
https://www.redalyc.org/journal/6317/631775209002/631775209002.epub
https://www.redalyc.org/journal/6317/631775209002/movil
https://doi.org/10.5212/RIF.v.21.i46.0001
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Table des matières:
  • Arte Contemporânea e Candomblé: uma semiótica, um diagrama da cultura afro-brasileira Fabio Pezzi Parode George Ulysses Rodrigues Sousa Comunicación Arte Cultura Candomblé Terreiros Ancestralidade A diversidade é um dos traços da cultura brasileira, sendo que a riqueza cultural dos povos de matriz africana marca amplamente o campo das experiências estéticas e religiosas, atuando como lócus de produção de subjetividades e questionamentos. A Arte Contemporânea e o Candomblé, ecoam uma África viva que afirma sua identidade e singularidade, ancestralidade resgatada na história cantada em cada ponto, em cada encruzilhada, em cada obra. Os desafios desse estudo nos levam a compor um diagrama, uma semiótica dos terreiros, tendo na arte e no candomblé, os articuladores privilegiados de uma tessitura simbólica, significante de uma matriz negra na cultura, como força e resistência. A semiótica barthesiana nos conduzirá aos questionamentos sobre significação e imagem, e a filosofia deleuziana, nos dará suporte teórico ao diagrama da ancestralidade que nos constitui, onde o Candomblé e a Arte são pontos de partida de um caminho que não se fecha, nos projetando para além dos textos e seus significados: a própria experiência estética das obras refletidas ao texto construído. Este artigo é resultado de estudo mais amplo, cujo mote foi o questionamento da ancestralidade no audiovisual, tendo como desafio a definição de uma cartografia, nos levando ao possível diagrama de obras de arte realizadas por pessoas pretas no Brasil. No recorte proposto, propomos uma leitura nos termos de um diagrama aberto da obra de Clébson Francisco, artista multimídia cearense. Os resultados, ainda que parciais, nos levaram ao esboço de uma semiótica dos terreiros, apontando a estética da ancestralidade e do candomblé, como estruturantes do campo simbólico de questionamentos da africanidade na cultura. 2023 artículo científico 1807-4960 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=631775209002 https://www.redalyc.org/journal/6317/631775209002/ https://www.redalyc.org/journal/6317/631775209002/html/ https://www.redalyc.org/journal/6317/631775209002/631775209002.epub https://www.redalyc.org/journal/6317/631775209002/movil https://doi.org/10.5212/RIF.v.21.i46.0001 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=6317 Revista Internacional de Folkcomunicação application/pdf Universidade Estadual de Ponta Grossa Revista Internacional de Folkcomunicação (Brasil) Num.46 Vol.21