As estruturas da reificação em curso: Walter Benjamin e Guy Debord, leitores de História e Consciência de Classe

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Autore principale: Deni Rubbo
Natura: Artículo científico
Lingua:pt
Pubblicazione: Universidade de São Paulo 2010
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author Deni Rubbo
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contents As estruturas da reificação em curso: Walter Benjamin e Guy Debord, leitores de História e Consciência de Classe Deni Rubbo Sociología marxismo reificação mercadoria espetáculo metrópole moderna Partindo dos pressupostos da centralidade do fetichismo da mercadoria, lançados em História e Consciência de Classe, Lukács aqueceu alguns estudos posteriores, no âmbito do marxismo, tanto nos desdobramentos da teoria como na propulsão de reescrever a história. Em um primeiro momento, o foco será a relação desigual entre Marx e Lukács, no que concerne ao fenômeno da reificação. Depois, serão destacados os estudos de Walter Benjamin, em sua análise sobre a metrópole parisiense no século XIX, e Guy Debord, em uma explanação sobre um novo grau do fenômeno reificado, implicando uma imagem-espetáculo da vida social humana. Para ambos, as tensões temporais do mundo capitalista industrial e moderno se caracterizam em um “tempo prisioneiro” e para o qual tal rompimento incidiria sobre a negatividade do mundo do capital, atualizando, assim, em outros níveis, os postulados sobre fenômeno da reificação. 2010 artículo científico 2176-8099 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=649769451003 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=6497 Plural: Revista de Ciências Sociais application/pdf Universidade de São Paulo Plural: Revista de Ciências Sociais (Brasil) Num.1 Vol.17
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As estruturas da reificação em curso: Walter Benjamin e Guy Debord, leitores de História e Consciência de Classe Deni Rubbo Sociología marxismo reificação mercadoria espetáculo metrópole moderna Partindo dos pressupostos da centralidade do fetichismo da mercadoria, lançados em História e Consciência de Classe, Lukács aqueceu alguns estudos posteriores, no âmbito do marxismo, tanto nos desdobramentos da teoria como na propulsão de reescrever a história. Em um primeiro momento, o foco será a relação desigual entre Marx e Lukács, no que concerne ao fenômeno da reificação. Depois, serão destacados os estudos de Walter Benjamin, em sua análise sobre a metrópole parisiense no século XIX, e Guy Debord, em uma explanação sobre um novo grau do fenômeno reificado, implicando uma imagem-espetáculo da vida social humana. Para ambos, as tensões temporais do mundo capitalista industrial e moderno se caracterizam em um “tempo prisioneiro” e para o qual tal rompimento incidiria sobre a negatividade do mundo do capital, atualizando, assim, em outros níveis, os postulados sobre fenômeno da reificação. 2010 artículo científico 2176-8099 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=649769451003 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=6497 Plural: Revista de Ciências Sociais application/pdf Universidade de São Paulo Plural: Revista de Ciências Sociais (Brasil) Num.1 Vol.17
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