Organizações de produtores frente às mudanças na política econômica nacional: o caso das cooperativas peruanas de cafeicultores (1980-2006)
Fuente:
Redalyc
Salvato in:
| Autore principale: | |
|---|---|
| Natura: | Artículo científico |
| Lingua: | pt |
| Pubblicazione: |
Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (CONICET)
2020
|
| Soggetti: | |
| Accesso online: | |
| Tags: |
Aggiungi Tag
Nessun Tag, puoi essere il primo ad aggiungerne!!
|
| _version_ | 1876432453442207744 |
|---|---|
| author | Ricardo Luiz Cruz |
| author_facet | Ricardo Luiz Cruz |
| contents | Organizações de produtores frente às mudanças na política econômica nacional: o caso das cooperativas peruanas de cafeicultores (1980-2006) Ricardo Luiz Cruz Antropología Peru Livre mercado cafeicultores O regime militar, que governou o Peru entre 1968 e 1980, organizou o comércio de café com base no discurso de que as cooperativas de cafeicultores deveriam ter primazia na exportação do grão diante das empresas “privadas” - trata-se de um produto que tem como principal destino os mercados estrangeiros. O fim do regime marca o retorno não apenas da democracia ao país como também do ideário do “livre mercado” na regulação da economia nacional. Durante os anos de 1980, os cafeicultores – reunidos numa “federação” de cooperativas de produtores de café – se contrapuseram à “liberalização” da exportação do grão, iniciada no começo da década, dado que havia retirado suas prerrogativas comerciais. Para seus líderes ou porta-vozes, essas prerrogativas eram consideradas legítimas. Entretanto, ao longo dessa década, as empresas privadas passaram a dominar o comércio de café no território nacional. No início dos anos de 1990, o “movimento cafeicultor” se rearticulou num “grêmio” criado por cooperativas que fizeram parte da federação das organizações de produtores de café. Uma nova geração de líderes desse movimento social entrou em cena. Ela era formada por pessoas que aceitavam como legítima a ideia da “livre concorrência” entre os agentes ligados à comercialização do grão. Este texto analisa os posicionamentos das organizações de cafeicultores diante das mudanças na política econômica peruana, tendo como foco as falas e as ações daqueles que estiveram à sua frente entre 1980 e 2006. 2020 artículo científico 2591-2755 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=668072602016 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=6680 Revista Latinoamericana de Antropología del Trabajo application/pdf Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (CONICET) Revista Latinoamericana de Antropología del Trabajo (Argentina) Num.9 Vol.4 |
| format | Artículo científico |
| id | redalyc_668072602016 |
| institution | Redalyc |
| language | pt |
| publishDate | 2020 |
| publisher | Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (CONICET) |
| spellingShingle | Organizações de produtores frente às mudanças na política econômica nacional: o caso das cooperativas peruanas de cafeicultores (1980-2006) Ricardo Luiz Cruz Antropología Peru Livre mercado cafeicultores Organizações de produtores frente às mudanças na política econômica nacional: o caso das cooperativas peruanas de cafeicultores (1980-2006) Ricardo Luiz Cruz Antropología Peru Livre mercado cafeicultores O regime militar, que governou o Peru entre 1968 e 1980, organizou o comércio de café com base no discurso de que as cooperativas de cafeicultores deveriam ter primazia na exportação do grão diante das empresas “privadas” - trata-se de um produto que tem como principal destino os mercados estrangeiros. O fim do regime marca o retorno não apenas da democracia ao país como também do ideário do “livre mercado” na regulação da economia nacional. Durante os anos de 1980, os cafeicultores – reunidos numa “federação” de cooperativas de produtores de café – se contrapuseram à “liberalização” da exportação do grão, iniciada no começo da década, dado que havia retirado suas prerrogativas comerciais. Para seus líderes ou porta-vozes, essas prerrogativas eram consideradas legítimas. Entretanto, ao longo dessa década, as empresas privadas passaram a dominar o comércio de café no território nacional. No início dos anos de 1990, o “movimento cafeicultor” se rearticulou num “grêmio” criado por cooperativas que fizeram parte da federação das organizações de produtores de café. Uma nova geração de líderes desse movimento social entrou em cena. Ela era formada por pessoas que aceitavam como legítima a ideia da “livre concorrência” entre os agentes ligados à comercialização do grão. Este texto analisa os posicionamentos das organizações de cafeicultores diante das mudanças na política econômica peruana, tendo como foco as falas e as ações daqueles que estiveram à sua frente entre 1980 e 2006. 2020 artículo científico 2591-2755 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=668072602016 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=6680 Revista Latinoamericana de Antropología del Trabajo application/pdf Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (CONICET) Revista Latinoamericana de Antropología del Trabajo (Argentina) Num.9 Vol.4 |
| title | Organizações de produtores frente às mudanças na política econômica nacional: o caso das cooperativas peruanas de cafeicultores (1980-2006) |
| topic | Antropología Peru Livre mercado cafeicultores |
| url | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=668072602016 |