Crianças órfãs e vulneráveis pelo HIV no Brasil: onde estamos e para onde vamos?
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Redalyc
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| Main Author: | |
|---|---|
| Format: | Artículo científico |
| Language: | pt |
| Published: |
Universidade de São Paulo
2006
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| Subjects: | |
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| _version_ | 1876456521724854272 |
|---|---|
| author | Ivan França-Junior |
| author_facet | Ivan França-Junior |
| contents | Crianças órfãs e vulneráveis pelo HIV no Brasil: onde estamos e para onde vamos? Ivan França-Junior Marlene Doring Isete Maria Stella Salud HIV Órfãos Criança Adolescente Nações Unidas O objetivo do artigo foi identificar a magnitude e a situação de alguns direitos humanos,conforme expressos na United Nations General Assembly Special Session on HIV/AIDS, de crianças e adolescentes portadores de HIV/Aids, afetados não-órfãos e órfãospor Aids, com base em pesquisa sobre o tema na literatura científica nacional einternacional. Os principais achados não permitiram indicar com segurança quantosseriam as crianças e os adolescentes portadores do HIV e afetados não-órfãos. Háinformações sobre o número de portadores de Aids e de órfãos. Estas estimativas,sejam elas oriundas do sistema de vigilância, modelos matemáticos ou inquéritos, sãodiscutidas em suas limitações e possibilidades. Apesar da literatura ainda ser relativamentepequena, há indícios de comprometimento de vários direitos como saúde, educação,moradia, alimentação, não discriminação, integridade física e mental. Verificou-se queo Brasil ainda precisa avançar para responder às necessidades adicionais dos órfãos eoutras crianças vulneráveis. A resposta brasileira, até o momento, é limitada à assistênciamédica para crianças e adolescentes portadores do HIV/Aids, ao combate à transmissãovertical do HIV e ao financiamento da instalação e manutenção de casas de apoio(abrigos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente) para infectados afetados, órfãos ounão. Essas medidas são insuficientes para garantir um ambiente de apoio para órfãos,crianças e adolescentes infectados ou afetados pelo HIV/Aids. Propõem-se formas doBrasil criar e aprimorar bases de dados para responder a esses desafios. 2006 artículo científico 0034-8910 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=67240158005 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=672 Revista de Saúde Pública application/pdf Universidade de São Paulo Revista de Saúde Pública (Brasil) Vol.40 |
| format | Artículo científico |
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| institution | Redalyc |
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| publishDate | 2006 |
| publisher | Universidade de São Paulo |
| spellingShingle | Crianças órfãs e vulneráveis pelo HIV no Brasil: onde estamos e para onde vamos? Ivan França-Junior Salud HIV Órfãos Criança Adolescente Nações Unidas Crianças órfãs e vulneráveis pelo HIV no Brasil: onde estamos e para onde vamos? Ivan França-Junior Marlene Doring Isete Maria Stella Salud HIV Órfãos Criança Adolescente Nações Unidas O objetivo do artigo foi identificar a magnitude e a situação de alguns direitos humanos,conforme expressos na United Nations General Assembly Special Session on HIV/AIDS, de crianças e adolescentes portadores de HIV/Aids, afetados não-órfãos e órfãospor Aids, com base em pesquisa sobre o tema na literatura científica nacional einternacional. Os principais achados não permitiram indicar com segurança quantosseriam as crianças e os adolescentes portadores do HIV e afetados não-órfãos. Háinformações sobre o número de portadores de Aids e de órfãos. Estas estimativas,sejam elas oriundas do sistema de vigilância, modelos matemáticos ou inquéritos, sãodiscutidas em suas limitações e possibilidades. Apesar da literatura ainda ser relativamentepequena, há indícios de comprometimento de vários direitos como saúde, educação,moradia, alimentação, não discriminação, integridade física e mental. Verificou-se queo Brasil ainda precisa avançar para responder às necessidades adicionais dos órfãos eoutras crianças vulneráveis. A resposta brasileira, até o momento, é limitada à assistênciamédica para crianças e adolescentes portadores do HIV/Aids, ao combate à transmissãovertical do HIV e ao financiamento da instalação e manutenção de casas de apoio(abrigos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente) para infectados afetados, órfãos ounão. Essas medidas são insuficientes para garantir um ambiente de apoio para órfãos,crianças e adolescentes infectados ou afetados pelo HIV/Aids. Propõem-se formas doBrasil criar e aprimorar bases de dados para responder a esses desafios. 2006 artículo científico 0034-8910 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=67240158005 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=672 Revista de Saúde Pública application/pdf Universidade de São Paulo Revista de Saúde Pública (Brasil) Vol.40 |
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