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Main Author: Andréa Silveira Gomes
Format: Artículo científico
Language:pt
Published: Universidade de São Paulo 2010
Subjects:
Online Access:https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=67240187019
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author Andréa Silveira Gomes
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contents Modelo preditivo de óbito a partir de dados do Sistema de Informações Hospitalares Andréa Silveira Gomes Mariza Machado Klück João Riboldi Jandyra Maria Guimarães Fachel Salud utilização Modelos Logísticos Estudos Transversais Mortalidade Hospitalar Sistemas de Informação Hospitalar OBJETIVO: Desenvolver um modelo preditivo de óbito hospitalar com basenos dados do Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único deSaúde.MÉTODOS: Estudo transversal com dados de 453.515 autorizações deinternação de 332 hospitais do Rio Grande do Sul no ano de 2005. A partirda razão entre óbitos observados e óbitos esperados elaborou-se um rankingajustado dos hospitais que foi comparado ao ranking bruto da taxa de mortalidade.Utilizou-se regressão logística para desenvolvimento do modelo preditivo deprobabilidade para óbito hospitalar segundo sexo, idade, diagnóstico e uso deunidade de terapia intensiva. Foram obtidos os intervalos com 95% de confi ançapara 206 hospitais com mais de 365 internações por ano.RESULTADOS: Obteve-se um índice de risco para mortalidade hospitalar. Aordenação dos hospitais utilizando apenas a taxa de mortalidade bruta diferiuda ordenação quando se utiliza o ranking ajustado pelo modelo preditivode probabilidade. Dos 206 hospitais analisados, 40 hospitais apresentarammortalidade observada signifi cativamente superior à esperada e 58 hospitaiscom mortalidade signifi cativamente inferior à esperada. Uso de unidade deterapia intensiva apresentou maior peso para a composição do índice de risco,seguida pela idade e diagnóstico. Quando os hospitais atendem pacientes comperfi s muito diferentes, o ajuste de risco não resulta numa indicação defi nitivasobre qual prestador é o melhor. Os hospitais de grande porte apresentaram,no conjunto, maior número de óbitos do que seria esperado de acordo com ascaracterísticas das internações.CONCLUSÕES: O índice de risco de óbito hospitalar mostrou-se preditoradequado para o cálculo dos óbitos esperados, podendo ser aplicado naavaliação do desempenho hospitalar. Recomenda-se que, ao compararhospitais, seja utilizado o ajuste pelo modelo preditivo de probabilidade derisco, estratifi cando-se pelo porte do hospital. 2010 artículo científico 0034-8910 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=67240187019 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=672 Revista de Saúde Pública application/pdf Universidade de São Paulo Revista de Saúde Pública (Brasil) Num.5 Vol.44
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publishDate 2010
publisher Universidade de São Paulo
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Modelo preditivo de óbito a partir de dados do Sistema de Informações Hospitalares Andréa Silveira Gomes Mariza Machado Klück João Riboldi Jandyra Maria Guimarães Fachel Salud utilização Modelos Logísticos Estudos Transversais Mortalidade Hospitalar Sistemas de Informação Hospitalar OBJETIVO: Desenvolver um modelo preditivo de óbito hospitalar com basenos dados do Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único deSaúde.MÉTODOS: Estudo transversal com dados de 453.515 autorizações deinternação de 332 hospitais do Rio Grande do Sul no ano de 2005. A partirda razão entre óbitos observados e óbitos esperados elaborou-se um rankingajustado dos hospitais que foi comparado ao ranking bruto da taxa de mortalidade.Utilizou-se regressão logística para desenvolvimento do modelo preditivo deprobabilidade para óbito hospitalar segundo sexo, idade, diagnóstico e uso deunidade de terapia intensiva. Foram obtidos os intervalos com 95% de confi ançapara 206 hospitais com mais de 365 internações por ano.RESULTADOS: Obteve-se um índice de risco para mortalidade hospitalar. Aordenação dos hospitais utilizando apenas a taxa de mortalidade bruta diferiuda ordenação quando se utiliza o ranking ajustado pelo modelo preditivode probabilidade. Dos 206 hospitais analisados, 40 hospitais apresentarammortalidade observada signifi cativamente superior à esperada e 58 hospitaiscom mortalidade signifi cativamente inferior à esperada. Uso de unidade deterapia intensiva apresentou maior peso para a composição do índice de risco,seguida pela idade e diagnóstico. Quando os hospitais atendem pacientes comperfi s muito diferentes, o ajuste de risco não resulta numa indicação defi nitivasobre qual prestador é o melhor. Os hospitais de grande porte apresentaram,no conjunto, maior número de óbitos do que seria esperado de acordo com ascaracterísticas das internações.CONCLUSÕES: O índice de risco de óbito hospitalar mostrou-se preditoradequado para o cálculo dos óbitos esperados, podendo ser aplicado naavaliação do desempenho hospitalar. Recomenda-se que, ao compararhospitais, seja utilizado o ajuste pelo modelo preditivo de probabilidade derisco, estratifi cando-se pelo porte do hospital. 2010 artículo científico 0034-8910 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=67240187019 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=672 Revista de Saúde Pública application/pdf Universidade de São Paulo Revista de Saúde Pública (Brasil) Num.5 Vol.44
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