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| Main Author: | |
|---|---|
| Format: | Artículo científico |
| Language: | pt |
| Published: |
Pontifícia Universidade Católica do Paraná
2021
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=673373992003 https://www.redalyc.org/journal/6733/673373992003/ https://www.redalyc.org/journal/6733/673373992003/html/ https://www.redalyc.org/journal/6733/673373992003/673373992003.epub https://www.redalyc.org/journal/6733/673373992003/movil https://doi.org/10.7213/1980-5934.33.059.AO03 |
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Table of Contents:
- A teoria do esforçode Maine de Biran como contraposição àimpossibilidade da cientificidade da psicologia em Kant André Renato Oliveira Filosofía Kant Psicologia Maine de Biran Este artigo propõe demonstrar uma contraproposta oriunda da filosofia de Maine de Biran à posição de Kant quanto à impossibilidade da cientificidade da psicologia. Para fundamentarmos essa tese, estabeleceremos uma interlocução com a filosofia de Maine de Biran, em especial sobre a sua ideia do “esforço, fato primitivo”, que nada mais é do que a apercepção interna imediata de si; um sentimento íntimo de nossa existência. Apresentaremos como é a partir da interpretação da possibilidade do existir, oriunda do cogito cartesiano, que Kant justifica o perigo da conversão do sujeito lógico e de seus predicados em substância (conforme é destacado por ele nos Paralogismos). Kant entende que Descartes substancializa o “eu penso”, que constitui e unifica todas as nossas representações. Todavia, demonstraremos neste trabalho, fundamentados pela filosofia de Maine de Biran, que o erro de Descartes foi o de equiparar o “eu” da consciência de si com à alma substância. Descartes não distingue o eu da alma, ou seja, o eu que pensa da alma como simples capacidade de pensar. Consequentemente, ao situar uma substância ao nível da experiência, Descartes acaba por promover uma confusão quanto às duas maneiras de existir: uma existência em si e outra existência para si, visto que elas não encerrariam o mesmo ser. Confirmada essa questão, mostraremos que o eu do esforço biraniano é capaz de propiciar a consciência de si para si. Realizada tal tarefa, corroboraremos que a posição tomada por Kant diante das formas do existir é o que lhe impossibilita captar a experiência interna do esforço em sua originalidade irredutível, substituindo o ato do eu, inseparável da afirmação de uma existência externa, pela substância pensante, e disso decorre a impossibilidade de o filosofo alemão pensar a psicologia como ciência da alma, diferindo-a das ciências naturais, fato que o coíbe de elaborar uma doutrina do sentido interno, algo que, demonstraremos aqui, Maine de Biran faz com excelência. 2021 artículo científico 2965-1557 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=673373992003 https://www.redalyc.org/journal/6733/673373992003/ https://www.redalyc.org/journal/6733/673373992003/html/ https://www.redalyc.org/journal/6733/673373992003/673373992003.epub https://www.redalyc.org/journal/6733/673373992003/movil https://doi.org/10.7213/1980-5934.33.059.AO03 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=6733 Revista de Filosofía Aurora application/pdf Pontifícia Universidade Católica do Paraná Revista de Filosofía Aurora (Brasil) Num.59 Vol.33