Saved in:
| Main Author: | |
|---|---|
| Format: | Artículo científico |
| Language: | pt |
| Published: |
Pontifícia Universidade Católica do Paraná
2021
|
| Subjects: | |
| Online Access: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=673373992010 https://www.redalyc.org/journal/6733/673373992010/ https://www.redalyc.org/journal/6733/673373992010/html/ https://www.redalyc.org/journal/6733/673373992010/673373992010.epub https://www.redalyc.org/journal/6733/673373992010/movil https://doi.org/10.7213/1980-5934.33.059.DS04 |
| Tags: |
Add Tag
No Tags, Be the first to tag this record!
|
Table of Contents:
- Filosofia Africana do Encantamento tecida por mulheres negras:poéticas de re-existências para descolonização do conhecimento Adilbênia Freire Machado Filosofía Ancestralidade Metodologia dos Odus Saberes Ancestrais Femininos Este artigo tem o objetivo de dialogar com vozes femininas de África e da Diáspora Africana tecendo re-existências desde a Filosofia Africana do Encantamento, refletindo possibilidades plurais e ancestrais para descolonização do conhecimento e promoção de uma educação antirracista. Nesse sentido, caminharemos com a pedagogia da ancestralidade que nos exige modos outros de (re)pensar, refletir, (re)criar, e (re)posicionar-se, oriundos de práticas inclusivas e tecidas por nossos corpos, pelas memórias, conhecimentos ancestrais, saberes e histórias de nossos povos, partindo da ligação ancestral entre corpo, espiritualidade e natureza; e a metodologia dos Odus, que também é uma teoria, implicada em compreender nossas origens, por meio de processos de desconstruções, transições, transformações, encantamento, espaço, tempo e natureza como modos plurais de ser/ pensar/existir em busca de contribuir com a descolonização do conhecimento, de nossos corpos e sentidos. Assim, essa teia será construída em diálogo com o ser-tão que há em nós, com a escuta sensível e a ética do cuidado, considerando que são conceitos delineados pela ancestralidade e pelo encantamento. A filosofia africana contemporânea nasce do encantamento, portanto, é traçada pela ancestralidade, e assim apresenta-se como gestada desde a cabaça ancestral bordada pelos saberes ancestrais femininos. Esses saberes (a)bordam nossas escrevivências, dando sentido às re-existências cotidianas. São saberes experienciados por corpos carregados de sentidos, corpos sagrados, ancestrais. Desse modo, falamos desde cosmopercepções delineadas por cosmossensações de um corpo vivo, que aprende e ensina continuamente. Pois compreendemos que o conhecimento é movimento! O movimento é que proporciona a vida! De modo que os femininos são águas em movimentos ancestrais que permitem a existência do hoje e do amanhã. 2021 artículo científico 2965-1557 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=673373992010 https://www.redalyc.org/journal/6733/673373992010/ https://www.redalyc.org/journal/6733/673373992010/html/ https://www.redalyc.org/journal/6733/673373992010/673373992010.epub https://www.redalyc.org/journal/6733/673373992010/movil https://doi.org/10.7213/1980-5934.33.059.DS04 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=6733 Revista de Filosofía Aurora application/pdf Pontifícia Universidade Católica do Paraná Revista de Filosofía Aurora (Brasil) Num.59 Vol.33