Formação de professores, variação dialetal e aquisição da linguagem oral e escrita em terra de migrantes: uma constatação no portal da Amazônia - Brasil

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Autor principal: Maria do Socorro Pessoa
Formato: Artículo científico
Lenguaje:pt
Publicado: Universidade Estadual de Ponta Grossa 2008
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author Maria do Socorro Pessoa
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contents Formação de professores, variação dialetal e aquisição da linguagem oral e escrita em terra de migrantes: uma constatação no portal da Amazônia - Brasil Maria do Socorro Pessoa Educación Variação dialetal Aquisição da linguagem Preconceito lingüístico Formação de professores O Ensino de Língua Portuguesa - LP nas sériesiniciais deveria considerar as variações lingüísticas comoelementos-chave para a eficácia da aprendizagem da escrita.É impensável um curso de Formação de Professoresde Alfabetização ou de Ensino de Língua Portuguesa quenão tenha como prioridade considerar a diversidade eheterogeneidade lingüística do país. Imaginemos talheterogeneidade e diversidade sócio-lingüístico-culturalmigrando para um mesmo local. É como se todo o paísmandasse representantes linguísticos para construir umanova sociedade, na qual se inserem as crianças da redepública de ensino. Os Cursos de Formação de Professoresnão têm conseguido alcançar soluções para que osprofessores consigam administrar o ensino da escritaconsiderando a variedade dialetal da fala, socialmenteconflituosa. Isso significa dizer que se termina porministrar um ensino que considera escrita e fala comohomogêneas. Na ponta desse “iceberg” encontramos umprofessor em conflito, insatisfeito com a queixa constanteda sociedade: “as crianças e jovens não sabem ler, nemescrever”. As estatísticas mostradas pela mídia confirmama angústia dos professores. No Estado de Rondônia,conhecido como o Portal da Amazônia, o conflito de professorese alunos estende-se à sociedade, que consideraser a Educação Básica “um ensino fraco”, estabelecendouma relação de preconceito linguístico, máscara parao preconceito econômico-social quase inevitável entrepopulações migrantes e imigrantes. A aquisição da linguagemformal da escola, que passa pela aquisição daleitura e da escrita, exige que o professor saiba articular,no mínimo, três variáveis: o aluno migrante, sua variaçãodialetal e o ensino formal da língua. 2008 artículo científico 1518-5648 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=68411109 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=684 Olhar de Professor application/pdf Universidade Estadual de Ponta Grossa Olhar de Professor (Brasil) Num.1 Vol.11
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Maria do Socorro Pessoa
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Formação de professores
Formação de professores, variação dialetal e aquisição da linguagem oral e escrita em terra de migrantes: uma constatação no portal da Amazônia - Brasil Maria do Socorro Pessoa Educación Variação dialetal Aquisição da linguagem Preconceito lingüístico Formação de professores O Ensino de Língua Portuguesa - LP nas sériesiniciais deveria considerar as variações lingüísticas comoelementos-chave para a eficácia da aprendizagem da escrita.É impensável um curso de Formação de Professoresde Alfabetização ou de Ensino de Língua Portuguesa quenão tenha como prioridade considerar a diversidade eheterogeneidade lingüística do país. Imaginemos talheterogeneidade e diversidade sócio-lingüístico-culturalmigrando para um mesmo local. É como se todo o paísmandasse representantes linguísticos para construir umanova sociedade, na qual se inserem as crianças da redepública de ensino. Os Cursos de Formação de Professoresnão têm conseguido alcançar soluções para que osprofessores consigam administrar o ensino da escritaconsiderando a variedade dialetal da fala, socialmenteconflituosa. Isso significa dizer que se termina porministrar um ensino que considera escrita e fala comohomogêneas. Na ponta desse “iceberg” encontramos umprofessor em conflito, insatisfeito com a queixa constanteda sociedade: “as crianças e jovens não sabem ler, nemescrever”. As estatísticas mostradas pela mídia confirmama angústia dos professores. No Estado de Rondônia,conhecido como o Portal da Amazônia, o conflito de professorese alunos estende-se à sociedade, que consideraser a Educação Básica “um ensino fraco”, estabelecendouma relação de preconceito linguístico, máscara parao preconceito econômico-social quase inevitável entrepopulações migrantes e imigrantes. A aquisição da linguagemformal da escola, que passa pela aquisição daleitura e da escrita, exige que o professor saiba articular,no mínimo, três variáveis: o aluno migrante, sua variaçãodialetal e o ensino formal da língua. 2008 artículo científico 1518-5648 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=68411109 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=684 Olhar de Professor application/pdf Universidade Estadual de Ponta Grossa Olhar de Professor (Brasil) Num.1 Vol.11
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