O documentário como chave para a nossa memória afetiva

Fuente: Redalyc
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Autore principale: Cassio dos Santos Tomaim
Natura: Artículo científico
Lingua:pt
Pubblicazione: Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação 2009
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author Cassio dos Santos Tomaim
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contents O documentário como chave para a nossa memória afetiva Cassio dos Santos Tomaim Comunicación Memória Narrativa Experiência Documentário Esquecimento Este trabalho visa a propor algumas reflexões de como o documentário, no seu fazer cinematográfico, pode ser a chave para o acesso às nossas memórias afetivas, aquelas que carregam as experiências mais intensas de nossas vidas – acesso que se dá por meio de rastros de um passado que cintila no presente, de acordo com o pensamento do filósofo Walter Benjamin. Baseado em pesquisa bibliográfica, consideramos o documentário como um “lugar de memória”, para usarmos um conceito de Pierre Nora. O filme é interpretado como um refúgio em imagens e sons dos traços ou restos de uma memória viva, da “verdadeira imagem do passado”. O documentário, portanto, assume a conotação de uma atividade de luto, ou seja, a sua função se assemelha a da história, a de não permitir que estes rastros do passado se apaguem, desapareçam, sejam esquecidos. O documentário nos lembra daquilo que gostaríamos de ter esquecido. 2009 artículo científico 1809-5844 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=69830992004 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=698 Intercom - Revista Brasileira de Ciências da Comunicação application/pdf Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação Intercom - Revista Brasileira de Ciências da Comunicação (Brasil) Num.2 Vol.32
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publishDate 2009
publisher Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação
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Cassio dos Santos Tomaim
Comunicación
Memória
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O documentário como chave para a nossa memória afetiva Cassio dos Santos Tomaim Comunicación Memória Narrativa Experiência Documentário Esquecimento Este trabalho visa a propor algumas reflexões de como o documentário, no seu fazer cinematográfico, pode ser a chave para o acesso às nossas memórias afetivas, aquelas que carregam as experiências mais intensas de nossas vidas – acesso que se dá por meio de rastros de um passado que cintila no presente, de acordo com o pensamento do filósofo Walter Benjamin. Baseado em pesquisa bibliográfica, consideramos o documentário como um “lugar de memória”, para usarmos um conceito de Pierre Nora. O filme é interpretado como um refúgio em imagens e sons dos traços ou restos de uma memória viva, da “verdadeira imagem do passado”. O documentário, portanto, assume a conotação de uma atividade de luto, ou seja, a sua função se assemelha a da história, a de não permitir que estes rastros do passado se apaguem, desapareçam, sejam esquecidos. O documentário nos lembra daquilo que gostaríamos de ter esquecido. 2009 artículo científico 1809-5844 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=69830992004 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=698 Intercom - Revista Brasileira de Ciências da Comunicação application/pdf Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação Intercom - Revista Brasileira de Ciências da Comunicação (Brasil) Num.2 Vol.32
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