O FINANCIAMENTO DO ESPORTE OLÍMPICO NO BRASIL: UMA ANÁLISE DO CICLO DE LONDRES (2009-2012)

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Auteur principal: Marcelo Resende Teixeira
Format: Artículo científico
Langue:pt
Publié: Universidad Arturo Prat 2013
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author Marcelo Resende Teixeira
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contents O FINANCIAMENTO DO ESPORTE OLÍMPICO NO BRASIL: UMA ANÁLISE DO CICLO DE LONDRES (2009-2012) Marcelo Resende Teixeira Wagner Barbosa Matias Fernando Mascarenhas Sociología Financiamento Esporte olímpico Políticas de esporte Confederações esportivas O estudo busca aferir e analisar o montante de recursos destinado ao esporte olímpico, bem como identificar as instituições contempladas, sinalizando em quais ações os recursos foram utilizados. Por meio destes dados foi possível discutir a estratégia adotada pelo Governo Federal para o desenvolvimento do esporte de alto rendimento no Brasil, especialmente no ciclo olímpico de Londres (2009-2012). A investigação pode ser caracterizada como quantitativo-qualitativa e de cunho documental. Os dados foram coletados a partir das seguintes fontes: a) Sistema de Convênios do Governo Federal (SICONV); b) Portal da Transparência do Governo Federal; c) informações disponíveis no site Contas Abertas; d) dados de relatórios de gestão do Ministério do Esporte e do Comitê Olímpico Brasileiro (COB). Como resultado, percebeu-se que embora disponibilizados um volume satisfatório de recursos para as Confederações, em detrimento a momentos anteriores, tal situação não gerou resultados positivos no quadro de medalhas, e de uma maneira geral nos principais resultados da delegação brasileira nos últimos Jogos Olímpicos. Dessa forma, fica evidente que ações do Ministério do Esporte e das entidades esportivas são pautadas pelas urgências, de acordo com o interesse de seus gestores, em contraposição dos princípios básicos da administração, como o planejamento estratégico. Neste sentido, as perspectivas para o ciclo olímpico do Rio de Janeiro 2016 tendem a reproduzir privilégios e um modelo centralizado e ineficiente para a organização do esporte de alto rendimento no país, conforme proposto pelo COB por meio do Programa Time Brasil5. 2013 artículo científico 0717-2257 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=70829847006 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=708 Revista de Ciencias Sociales (Cl) application/pdf Universidad Arturo Prat Revista de Ciencias Sociales (Cl) (Chile) Num.31
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Sociología
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O FINANCIAMENTO DO ESPORTE OLÍMPICO NO BRASIL: UMA ANÁLISE DO CICLO DE LONDRES (2009-2012) Marcelo Resende Teixeira Wagner Barbosa Matias Fernando Mascarenhas Sociología Financiamento Esporte olímpico Políticas de esporte Confederações esportivas O estudo busca aferir e analisar o montante de recursos destinado ao esporte olímpico, bem como identificar as instituições contempladas, sinalizando em quais ações os recursos foram utilizados. Por meio destes dados foi possível discutir a estratégia adotada pelo Governo Federal para o desenvolvimento do esporte de alto rendimento no Brasil, especialmente no ciclo olímpico de Londres (2009-2012). A investigação pode ser caracterizada como quantitativo-qualitativa e de cunho documental. Os dados foram coletados a partir das seguintes fontes: a) Sistema de Convênios do Governo Federal (SICONV); b) Portal da Transparência do Governo Federal; c) informações disponíveis no site Contas Abertas; d) dados de relatórios de gestão do Ministério do Esporte e do Comitê Olímpico Brasileiro (COB). Como resultado, percebeu-se que embora disponibilizados um volume satisfatório de recursos para as Confederações, em detrimento a momentos anteriores, tal situação não gerou resultados positivos no quadro de medalhas, e de uma maneira geral nos principais resultados da delegação brasileira nos últimos Jogos Olímpicos. Dessa forma, fica evidente que ações do Ministério do Esporte e das entidades esportivas são pautadas pelas urgências, de acordo com o interesse de seus gestores, em contraposição dos princípios básicos da administração, como o planejamento estratégico. Neste sentido, as perspectivas para o ciclo olímpico do Rio de Janeiro 2016 tendem a reproduzir privilégios e um modelo centralizado e ineficiente para a organização do esporte de alto rendimento no país, conforme proposto pelo COB por meio do Programa Time Brasil5. 2013 artículo científico 0717-2257 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=70829847006 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=708 Revista de Ciencias Sociales (Cl) application/pdf Universidad Arturo Prat Revista de Ciencias Sociales (Cl) (Chile) Num.31
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