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|---|---|
| Format: | Artículo científico |
| Language: | pt |
| Published: |
Sociedade Brasileira de Proteção Radiológica - SBPR
2019
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| Subjects: | |
| Online Access: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=722280832002 |
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Table of Contents:
- Radioproteção aplicada à rotina assistencial em laboratórios de cateterismo cardíaco Regina Bitelli Medeiros Adriano Henrique Pereira Barbosa Antonio Carlos Moreira Marco Tulio Souza Jorge Luis Vivar Sanchez Alexandre Schaan Quadros Viviana de Mello Guzzo Lemke Marcelo José Carvalho Cantarelli Patricia Lopes Barbosa Biología Intervencionismo Laboratório cateterismo Radioproteção em laboratório de cateterism Nosso objetivo foi avaliar se cardiologistas e equipe estão comprometidos com a proteção radiológica. Este trabalho foi realizado em apoio a um estudo sobre opacidade da lente ocular realizado simultaneamente no evento SOLACI/2016, ocorrido no Rio de Janeiro, Brasil. Aplicamos por meio de entrevista pessoal um questionário sobre radioproteção individual e coletiva em laboratórios de cateterismo, para 127 profissionais, sendo 95 cardiologistas de diversas regiões do Brasil. Entre as respostas, 38% disseram realizar 50 procedimentos mensais, enquanto 43,7% responderam entre 50 e 100. Entre esses, 33,9% realizam cateterismo (CAT) e angioplastia (PCI) e 37% CAT, ventriculografia e estudo de pontes (CABG). Cerca de 70% dos profissionais relataram que trabalham por mais de 10 anos e a maioria respondeu que usa rotineiramente avental de chumbo e protetor de tireóide. Os cardiologistas responderam que não usavam rotineiramente óculos plumbífero (46%) e anteparo protetor suspenso (33%). Justificaram que os óculos não se encaixam perfeitamente no rosto. Cerca de 27,6% responderam que o equipamento radiológico não possui proteção na lateral inferior da mesa. Verificamos que 39,4% nunca receberam treinamento formal em radioproteção. Contabilizamos que 63,8% usam dosímetros sobre o avental ao nível do tórax para controle de doses pessoais. Os profissionais relataram que trabalham em instituições públicas e privadas e 28,6% trabalham em mais de dois serviços. Cerca de 52,8% associam o uso de aventais plumbíferos com doenças ergonômicas adquiridas. Concluímos que devem ser estabelecidas estratégias para reforçar a prática da proteção radiológica e garantir melhores condições de proteção para os profissionai. 2019 artículo científico 2319-0612 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=722280832002 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=7222 Brazilian Journal of Radiation Sciences application/pdf Sociedade Brasileira de Proteção Radiológica - SBPR Brazilian Journal of Radiation Sciences (Brasil) Num.1A Vol.7