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Main Author: Guilherme S. Rupp
Format: Artículo científico
Language:pt
Published: Universidad Técnica de Manabí 2021
Subjects:
Online Access:https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=722482736005
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author Guilherme S. Rupp
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contents Reprodução e larvicultura de Holothuria grisea Selenka, 1867 (Holothuroidea: Aspidochirotida) em laboratório: resultados iniciais no sul do Brasil Guilherme S. Rupp Robson C. Da Costa Adriano W. C. Marenzi Gilberto C. Manzoni Idalício S. Da Silva Biología do mar Desova Pepinos Aquicultura A produção de formas jovens em laboratório é uma etapa fundamental para a implantação e desenvolvimento da aquicultura de pepinos-do-mar. No Brasil, poucos estudos nesse sentido foram realizados, sendo Holothuria grisea considerado o holoturoide com maior potencial para cultivo. Esta tem ocorrência no litoral brasileiro, até Santa Catarina, seu limite sul de distribuição. O objetivo deste trabalho foi avaliar o uso de técnicas para indução à desova e cultivo de larvas de H. grisea, registrando-se seu crescimento, sobrevivência e desenvolvimento. Adultos foram coletados em substrato areno-rochoso na zona entremarés, na Armação do Itapocoroy, Penha, SC, Brasil em fevereiro de 2021. Após determinação do índice gonádico dos reprodutores, foram realizadas indução à desova e fertilização dos ovócitos. As larviculturas foram realizadas em sistema estático, com trocas de água diárias, e foram testados dois métodos: um com troca de água completa e outro com renovação parcial (80%), onde as larvas eram mantidas nas unidades de cultivo. O índice gonádico dos reprodutores apresentou-se baixo (0,85%). Dois exemplares responderam aos estímulos de indução, sendo uma fêmea, que liberou 150.000 ovócitos (135,8µm). Após 48 horas, verificou-se 23,3% de recuperação de larvas auriculárias iniciais (375,5µm). Decorridos 20 dias de experimento, foram observadas larvas auriculárias finais com comprimento médio de 876,8µm (±65,5) e a sobrevivência final foi de 0,51% (±0,04) no tratamento com troca total de água. Já no outro tratamento não houve larvas sobreviventes ao final do experimento. Com este primeiro ensaio de reprodução e larvicultura de H. grisea em seu limite sul de distribuição conclui-se que há possibilidade de induzir a desova e cultivar larvas de H. grisea utilizando técnicas empregadas para outros holoturoides, mesmo com baixo índice gonádico dos reprodutores. Torna-se necessário o prosseguimento de estudos para melhor compreensão do ciclo reprodutivo de H. grisea e determinar protocolos de cultivo adequados para esta espécie. 2021 artículo científico 2737-6095 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=722482736005 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=7224 AquaTechnica application/pdf Universidad Técnica de Manabí AquaTechnica (Ecuador) Num.3 Vol.3
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publishDate 2021
publisher Universidad Técnica de Manabí
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Guilherme S. Rupp
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Pepinos
Aquicultura
Reprodução e larvicultura de Holothuria grisea Selenka, 1867 (Holothuroidea: Aspidochirotida) em laboratório: resultados iniciais no sul do Brasil Guilherme S. Rupp Robson C. Da Costa Adriano W. C. Marenzi Gilberto C. Manzoni Idalício S. Da Silva Biología do mar Desova Pepinos Aquicultura A produção de formas jovens em laboratório é uma etapa fundamental para a implantação e desenvolvimento da aquicultura de pepinos-do-mar. No Brasil, poucos estudos nesse sentido foram realizados, sendo Holothuria grisea considerado o holoturoide com maior potencial para cultivo. Esta tem ocorrência no litoral brasileiro, até Santa Catarina, seu limite sul de distribuição. O objetivo deste trabalho foi avaliar o uso de técnicas para indução à desova e cultivo de larvas de H. grisea, registrando-se seu crescimento, sobrevivência e desenvolvimento. Adultos foram coletados em substrato areno-rochoso na zona entremarés, na Armação do Itapocoroy, Penha, SC, Brasil em fevereiro de 2021. Após determinação do índice gonádico dos reprodutores, foram realizadas indução à desova e fertilização dos ovócitos. As larviculturas foram realizadas em sistema estático, com trocas de água diárias, e foram testados dois métodos: um com troca de água completa e outro com renovação parcial (80%), onde as larvas eram mantidas nas unidades de cultivo. O índice gonádico dos reprodutores apresentou-se baixo (0,85%). Dois exemplares responderam aos estímulos de indução, sendo uma fêmea, que liberou 150.000 ovócitos (135,8µm). Após 48 horas, verificou-se 23,3% de recuperação de larvas auriculárias iniciais (375,5µm). Decorridos 20 dias de experimento, foram observadas larvas auriculárias finais com comprimento médio de 876,8µm (±65,5) e a sobrevivência final foi de 0,51% (±0,04) no tratamento com troca total de água. Já no outro tratamento não houve larvas sobreviventes ao final do experimento. Com este primeiro ensaio de reprodução e larvicultura de H. grisea em seu limite sul de distribuição conclui-se que há possibilidade de induzir a desova e cultivar larvas de H. grisea utilizando técnicas empregadas para outros holoturoides, mesmo com baixo índice gonádico dos reprodutores. Torna-se necessário o prosseguimento de estudos para melhor compreensão do ciclo reprodutivo de H. grisea e determinar protocolos de cultivo adequados para esta espécie. 2021 artículo científico 2737-6095 https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=722482736005 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=7224 AquaTechnica application/pdf Universidad Técnica de Manabí AquaTechnica (Ecuador) Num.3 Vol.3
title Reprodução e larvicultura de Holothuria grisea Selenka, 1867 (Holothuroidea: Aspidochirotida) em laboratório: resultados iniciais no sul do Brasil
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