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| Autore principale: | |
|---|---|
| Natura: | Artículo científico |
| Lingua: | pt |
| Pubblicazione: |
Universidade Federal de Santa Catarina
2005
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| Soggetti: | |
| Accesso online: | https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=731980246005 |
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Sommario:
- O SORITES DO BÊBADO Marcos Souza Lengua y Literatura Anacreonte Anacreontea Poesia grega lexicografia tradução de poesia Uma das grandes questões em tradução diz respeito ao nível de interferência permissível ao tradutor ao traduzir um poema. Como o tradutor reproduzirá na nova língua a força particular e peculiar mais os significados tanto interiores como exteriores criados unicamente e exclusivamente pelo escritor original para (e em) uma língua e cultura diferentes? Traduzir um poema não é compor outro poema. Se o tradutor assim o faz, não teremos uma tradução de uma obra que já existe, mas uma nova obra e um novo autor. Será isso o que o leitor de uma tradução estará esperando? Estes são os pontos discutidos neste artigo, utilizando como exemplo um poema grego da série Anacreontea e uma tradução para o português. Finalmente, o que a lexicografia tem a ver com tudo isso? 2005 artículo científico 1414-526X https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=731980246005 pt http://www.redalyc.org/revista.oa?id=7319 Cadernos de Tradução application/pdf Universidade Federal de Santa Catarina Cadernos de Tradução (Brasil) Num.15 Vol.1